terça-feira, 27 de julho de 2010

Peripécias virtuais do Menino Pastor

Fonte: www.karapuca.blogspot.com

Tão cristãos, mas tão diferentes de Cristo...


É de Gandhi a famosa frase: “Eu gosto do seu Cristo… mas não de seus cristãos. Seus cristãos são tão diferentes de seu cristo”. Para completar seu pensamento, aquele que foi indicado cinco vezes ao Prêmio Nobel da Paz acrescentou: “Estou seguro de que se Ele vivesse agora entre os homens, abençoaria a vida de muitos que talvez jamais tenham ouvido sequer Seu nome”.


Gandhi estava absolutamente certo em relação à sua percepção do cristianismo. Boa parte dos cristãos não se parece nada com Cristo. O que é lamentável, porque o desejo de Jesus é que seguíssemos suas pisadas. Ele mesmo disse que deveríamos fazer nós também o que Ele havia feito: servir, amar, promover a justiça e a paz. Quando, na forma de servo, lavou os pés dos discípulos, Ele disse que tinha feito para eles assim também fizessem a outros.


Jesus deu grande ênfase na proposta de que fossemos um com ele, assim como ele era um com o Pai. Tivéssemos unidade, identidade, semelhança. Esse é o propósito final na obra de Cristo, o sonho de Deus para nós, que sejamos semelhantes a Ele. Filhos e filhas de Deus, irmãos e irmãs de Jesus, nosso irmão mais velho.


Ser semelhante a Jesus é amar a Deus com todas as suas forças, com todo o entendimento e de todo o coração. E ao próximo como a si mesmo. E o próximo é mulher, homem, preto, branco, rico, pobre, índio, não índio, heterossexual, homossexual, religioso, ateu. Todos devem ser amados, sem discriminação.


Se todos amassem ao próximo como a si mesmos, o paraíso seria estabelecido na terra. Seria feita a vontade de Deus assim na terra como no céu. O Reino de Deus já estaria estabelecido. Porque esse é o amor absoluto, como diz François Varillon, com que Deus nos amou e nos ama, a ponto de morrer por nós. Eu não teria coragem de morrer por outros, talvez por algumas pessoas mais próximas, mas não por um desconhecido. Mas Deus, em Jesus, assim nos amou.


Como o bom samaritano, preciso aprender a amar e ajudar o pobre à beira do caminho, o vizinho necessitado, o familiar desassistido, o irmão que sofre. Esse amor tem se revestir de concretude para que eu vista o nu, dê comida ao faminto, água ao sedento, visite o preso e o doente, acolha o estrangeiro.


Ser semelhante a Cristo é abraçá-Lo, olhar para Ele e dizer: “quero ser como Você quando crescer. Sei que não sou o que deveria ser, mas quero ser como Você”.


Diante de tudo isso, só me resta concordar com Gandhi. Os cristãos somos muito diferentes do nosso Cristo. Eu, de minha parte, estou tentando e desejando muito ser parecido com Ele. Estou tentando.


Fonte: www.bereianos.blogspot.com

domingo, 25 de julho de 2010

Este é o meu desejo...

É o meu maior prazer, Deus...

10 verdades que pregamos sobre 10 mentiras que praticamos


Certo pastor estava buscando levar a igreja à prática da comunhão e da devoção experimentadas pela igreja primitiva (conforme descrita em Atos dos Apóstolos). Logo recebeu um comunicado de seus superiores: “Estamos preocupados com a forma como você vem conduzindo seu trabalho ministerial. Você foi designado para tomar conta dessa igreja e a fez retroceder, pelo menos, uns 40 anos! O quê está acontecendo?”. O pastor respondeu: “40 anos? Pois então lamento muitíssimo! Minha intenção era fazê-la retroceder uns 2.000!”.


Atualmente temos acompanhado um retrocesso da vivência e prática cristãs. Mas, infelizmente, não é um retrocesso como o da introdução acima. Algumas das verdades cristãs têm sido negadas na prática. Como diz Caio Fábio, muitos de nós somos “crentes teóricos, entretanto, ateus práticos”. Segue-se uma pequena lista dos top 10 das verdades que pregamos (na teoria) acerca das mentiras que vivemos (na prática):



I - “SÓ JESUS SALVA” é o que dizemos crer. Mas o que ouvimos dizer é que só é salvo, salvo mesmo, quem é freqüente à igreja, quem dá o dízimo direitinho, quem toma a santa ceia, quem ganha almas para Jesus, quem fala língua estranha, quem tem unção, quem tem poder, quem é batizado, quem se livrou de todo vício, quem está com a vida no altar (seja lá o que isso signifique), quem fez o Encontro, etc e etc. Resumindo: em nosso conceito de salvação, só é salvo aquele que não me escandaliza.


II - “DIANTE DE DEUS, TODOS OS PECADOS SÃO IGUAIS” é o que dizemos crer. Mas, diante da igreja, o único pecado é fazer sexo fora do casamento. Quando um irmão é pego em adultério, é comum ouvirmos o comentário: “O irmão fulano caiu...”. Ou seja, adultério é visto como uma “queda”. Mas a fofoca que leva a notícia do adultério de ouvido a ouvido é permitida (embora, na Bíblia haja mais referências ao mexeriqueiro do que ao adúltero). Estar com o nome ‘sujo’ no SPC é permitido, embora a Bíblia condene o endividamento. Ser glutão é permitido, a ‘panelinha’ é permitida, sonegar imposto de renda é permitido (embora seja mentira e roubo), comprar produto pirata é permitido (embora seja crime) construir igreja em terreno público é permitido (embora seja invasão).


III - “AUTOFLAGELAÇÃO É SACRIFÍCIO DE TOLO”, é o que dizemos crer. Condenamos o sujeito que faz procissão de joelhos, que sobe escadarias para pagar promessas. Ainda assim praticamos um masoquismo espiritual que se expõe em frases do tipo: “Chora que Deus responde”; “a hora em que seu estômago está doendo mais é a hora em que Deus está recebendo seu jejum”; “quando for orar de madrugada, tem que sair da cama quentinha e ir para o chão gelado”; “tem que pagar o preço”.


IV - “ESPÍRITO DE ADIVINHAÇÃO É DIABÓLICO” é o que dizemos crer, mas vivemos praticando isso nas igrejas, dentro dos templos e durante os cultos!


- Olha só a cara do pastor. Deve ter brigado com a esposa.
- A irmã Fulana não tomou a ceia. Deve estar em pecado.
- Olha o irmão no boteco. Deve estar bebendo...
- Olha só o jeito que a irmã ora. É só para se amostrar...
- Olha a irmã lá pegando carona no carro do irmão. Hum, aí tem...


V - “DEUS USA QUEM ELE QUER” é o que dizemos. Mas também dizemos: Deus não pode usar quem está em pecado; Deus não usa ‘vaso sujo’; “Como é que Deus vai usar uma pessoa cheia de maquiagem, parecendo uma prostituta?”.


VI - “DEUS ABOMINA A IDOLATRIA” dizemos. Mas esquecemos que idolatria é tudo o que se torna o objeto principal de nossa preocupação, lealdade, serviço ou prazer. Como renda, bens, futebol, sexo ou qualquer outra coisa. A questão é: quem ou o quê regula o meu comportamento? Deus ou um substituto? Há até muitas esposas, por exemplo, que oram pela conversão do marido ao ponto disso tornoar-se numa obsessão idolátrica: “Tenho que servir bem a Deus, para ele converter meu marido”; “Não posso deixar de ir a igreja senão Deus não salva meu marido”; “Preciso orar pelo meu marido, jejuar pelo meu marido, fazer campanhas pelo meu marido, deixar de pecar pelo meu marido”. Ou seja, a conversão do marido tornou-se o objetivo final e Deus apenas o meio para alcançar esse objetivo. E isso também é idolatria.


VII - A BÍBLIA É A ÚNICA REGRA DE FÉ E PRÁTICA CRISTÃS


...Eu sei que a Bíblia diz, mas o Estatuto da Igreja rege...
... Eu sei que a Bíblia diz, mas nossa denominação não entende assim ...
... Eu sei que a Bíblia diz, mas a profeta revelou que é assim que tem que ser...
... Eu sei que a Bíblia diz, mas o homem de Deus teve um sonho...
...Eu sei que a Bíblia diz, mas isso é coisa do passado...


VIII - DEUS ME DEU ESTA BÊNÇÃO!


...mas eu paguei o preço.
...mas eu fiz por onde merecê-la.
...mas não posso dividir com você porque posso estar interferindo na vontade de Deus. Vai que Ele não quer que você tenha... Se você quiser, pague o preço como eu paguei.


IX - NÃO SE DEVE JULGAR PELAS APARÊNCIAS. AS APARÊNCIAS ENGANAM – mas frequentemente nos deixamos levar por elas para emitirmos nossos juízos acerca dos outros. Julgamos pela roupa, pelo corte de cabelo, pelo tamanho da saia, pelo tipo de maquiagem (ou a falta dela), pelo jeito de andar, de falar, pelo aperto de mão, pela procedência. Frequentemente, repito: frequentemente falamos ou ouvimos alguém falar: “Nossa! Como você é diferente do que eu imaginava. Minha primeira impressão era de que você era outro tipo de pessoa”.


X - A SANTIFICAÇÃO É UM PROCESSO DE DENTRO PARA FORA (é o que dizemos) – na prática não basta ser santo, tem que parecer santo. Se a tal ‘santificação’ não se manifestar logo em um comportamento pré-estabelecido, num jeito de falar, andar, vestir e de se comportar é porque o sujeito não se ‘converteu de verdade’

Fonte: www.papodegrilo.blogspot.com

terça-feira, 20 de julho de 2010

Tire os olhos da tempestade...


... ela nem deve existir de verdade!

Coloque sua visão nas coisas de Deus!

Batismo do Cascão!

Fonte: www.karapuca.blogspot.com

O que é aquilo?

ENENEM 3


Vamos lá para mais um Exame Nacional Evangélico Neófito de Ensino Medíocre!

1. Abandonou Paulo por ocasião da última prisão do apóstolo:

a) Figelo
b) Fineve
c) Fisereno-da-madrugada
d) Fiiceberg

2. Um dos filhos de Arão e Eliseba; pai de Finéias:

a) Eleazar
b) Elesorte
c) Elebingo
d) Mick Jagger

3. Reinou de 37 a 44 A.D. Matou Tiago, irmão de João; morreu comido de vermes:

a) Herodes Engripa
b) Herodes Agripa
c) Herodes Trava
d) Herodes Nega-Fogo-Na-Hora-Agá

4. Pai de dois valentes de Davi:

a) Elsiim
b) Elnaão
c) Eltaalvez
d) Elvoou-Consultar-o-Polvo

5. Macedônio, companheiro de Paulo:

a) Gaio
b) Foia
c) Carvaio
d) Nos-gaio-seco-de-uma-ávore-quaquer

6. Primeiro acampamento de Israel depois de passar o Jordão:

a) Chicobethania
b) Tomsandy
c) Gilgal
d) Djavangélico

7. Um dos filhos de Jafé:

a) Gomer
b) Gagar
c) Guspir
d) Guzinhar-o-calo

8. Irmã de Gileade:

a) Hamolequete
b) Ah moleque!
c) Hapentelho
d) Ha-essesmoços-pobresmoços

9. Filho de Cão e neto de Noé:

a) Vaque
b) Pute
c) Prostitute
d) Mulhé-da-vide

10. Filho de Cão e neto de Noé:

a) Segundão
b) Tempão
c) Horão
d) Pressão-é-inimigão-da-perfeição

Fonte: www.verticontes.blogspot.com

Fruto do Espírito: MANSIDÃO


Estamos no mundo, mas não somos do mundo. "Eles não são do mundo como também eu não sou" (Jo 17.16), disse Jesus ao Pai.

Desde que nascemos de novo, Deus quer reimplantar em nós a imagem que devería­mos ter por criação. Gênesis diz sobre a criação do homem: “à imagem de Deus o criou" (Gn 1.27). Deveríamos ter a imagem do Criador, mas a perdemos pela desobediência. Agora, na pes­soa de Seu Filho, o Criador quer restaurar esta imagem. O Espírito Santo vem para estabelecer o caráter de Cristo em nós. Ao fazê-lo, nos toma pessoas inteiramente diferentes das demais pessoas no mundo. Estamos no mundo, mas não somos do mundo. "Eles não são do mundo como também eu não sou" (Jo 17.16), disse Jesus ao Pai.

É evidente que são poucos os cris­tãos que chegam a compreender. e viver, em todas as suas conseqüências práticas, a posição que temos no Senhor crucificado e ressuscitado. Notemos o texto extremamente significativo de Hebreus 2.11: "Pois, tanto o que santifica, como os que são santificados, todos vêm de um só. Por isso é que ele não se envergonha de lhes chamar irmãos". Jesus, o que santifica, e nós que somos santificados, todos procedemos do mesmo Pai. Jesus nos trouxe para o mesmo ní­vel em que Ele está. Se Jesus não se envergonha de nos chamar de irmãos, e ao dizer ao Pai, que nem Ele, nem nós, pertencemos ao mundo, está afirmando que temos uma nova família e uma nova nacionalidade: somos cidadãos do reino e da família de Deus. Somos o que Hebreus clama: " Por isso, santos irmãos, que participais da vocação celestial" (3.1).

Não importa sa­ber o que é o mundo, seja bom ou mau, nós não somos do mundo, muito embora estejamos ne­le e ele seja o lugar de nossa atividade diária, de conflito e de disciplina. A medida de separação que Jesus tem do mundo deve ser a mesma medida que devemos ter. Então temos que viver a nova vida e possuir um novo caráter que se coadune com a vida do Reino. Isso se destaca, de modo especial, quando pensamos nesta expressão do fruto do Espírito Santo: mansidão. O mundo não admite a mansidão; para ele isto é um sinal de fraqueza. Entretanto o homem mais forte que passou pela terra, declarou de si mesmo: "sou manso e humilde de coração" (Mt 11.29).

Mansidão foi colocada por Jesus como uma das bem-aventuranças. "Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra" (Mt.5.5). Para Jesus, mansidão é uma felicidade; algo que podia ser encontrado em sua pessoa: ''Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas" (Mt 11.29). Ser discípulo de Jesus é ter um mestre gentil e humilde. De início, vamos dizer que mansidão é não reagir contra o mal que nos fazem e não reivindicar qualquer direito. Há uma ocorrência na vida de Jesus que mostra seu espírito de mansidão. Ele tomou a resolução de ir a Jerusalém. O caminho mais curto, saindo da Judéia, era atravessar Samaria.

Jesus mandou alguém á frente para. preparar-lhe pousada. Mas os samaritanos não quiseram recebê-lo. Ouvindo isto, Tiago e João zangaram-se e fizeram uma sugestão: mandar cair logo do céu sobre Samaria. Jesus ime­diatamente reprovou esta sugestão. O texto conclui dizendo: "eles seguiram para outra aldeia" (Lc 9.54-56). Isto é tudo, o assunto está resolvido. Quem perdeu? Os samaritanos perderam a oportunidade de ter entre eles o Filho de Deus. Pedro, o discípulo que custou aprender a lição da mansidão, ao escrever uma de suas cartas disse sobre Jesus: "pois Ele quando ultrajado, não re­vidava com ultraje, quando maltratado não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente" (I Pe 2.23). Então Pedro destaca: “...deixou-nos exemplo para seguirmos seus pas­sos ".

O que é ser manso? Manso é aquele que já descobriu que, como um discípulo de Je­sus, não precisa defender-se daquilo que os homens ou o mundo joga contra ele, pois já está satisfeito em permitir que Deus o defenda. Já não precisa lutar para defender o seu "eu", pois ele já foi crucificado com Cristo. O trono de seu coração não é mais ocupado pelo" eu", nele está entronizado o Senhor Jesus. Ele já desfruta da paz e segurança que tem naquele que é o Justo Juiz. Não mais deixa sua alma no comando de suas reações pois é espiritualmente forte. Sabe que precisa estar vendo o que Deus vê, e não o que as pessoas vêem. Aguarda paciente­mente o julgamento do Alto.

No Antigo Testamento, Abraão é um retrato de mansidão. Quando seus pastores e os de seu sobrinho Ló, desentenderam-se na disputa pelas melhores pastagens para os rebanhos, o patriarca sugere, para não haver contendas, separarem-se; dando a Ló a oportunidade de es­colher primeiro qual a direção que gostaria de tomar: "se fores para a direita irei para a es­querda" (Gn 13.7-12). Ló escolheu as verdejantes pastagens das campinas do Jordão, ("toda bem regada como o jardim do Senhor") deixando para seu tio as áridas regiões montanhosas.

Abraão não murmurou, não reclamou de seu sobrinho, simplesmente foi habitar na terra de Canaã. Isso é mansidão. Quem ganhou, quem perdeu? O texto diz que Ló foi para os lados de Sodoma e Gomorra, de onde, um dia, teve de fugir apressadamente com toda a sua família, pa­ra não ser destruído juntamente com aquelas cidades. Abraão, sem o saber, foi para a terra que Deus lhe daria por possessão perpétua, "terra que mana leite e mel”. De Moisés a Bíblia diz: "Era o varão Moisés mui manso, mais que todos os homens que havia sobre a terra" (Nm 12.3). Manso também foi Davi diante das perseguições de Saul.

Jesus é o nosso padrão: "A si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz" (H 2.8). O Filho Unigênito de Deus vem participar de nossa história esva­ziando-se, aceitando tomar a condição de um servo ("doulos" é o escravo destituído de direitos e privilégios), para trilhar o caminho de desprezo e sofrimento, mas de obediência. É interes­sante que servo aqui (doulos) é uma antítese direta de Senhor (Kyrius); Aquele que deveria vir ao mundo como Senhor, veio como servo. Aceitou viver em total dependência de Deus, como filho obediente. Mas ao sair do mundo Ele foi recebido na glória como Senhor.

A exortação deste mesmo texto é: "Tende em vós, o mesmo sentimento que houve também em Cristo Je­sus" (v 5). Irmãos, este é o sentimento que temos de ter, o mesmo que está em Jesus, manso e humilde. Ele podia reivindicar direitos, pois o texto diz: "subsistia em forma de Deus". Mas Jesus não pensava em si mesmo, pensava somente em fazer a vontade do Pai e cumprir com o propósito a que veio. Lendo Isaias 42.1-7, vemos como o profeta descreve o caráter manso de Jesus.

A mansidão não é uma qualidade natural nossa, nem uma disposição que recebemos de berço. A disposição humana, aquela que nos vem de berço, é sempre rebelião. Mansidão só vem a nós como uma operação do Espírito Santo.

Mansidão é compatível com força de caráter. Dr. Baxter definiu: "Mansidão é força sob controle". Os mártires foram fortes, mas foram mansos. Que mansidão encontramos em Estêvão. O manso não faz exigências quanto à posição, privilégios, posses, distinções, etc. pois tem "o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus". No mundo moderno, em toda a parte, vemos exigências sobre direitos humanos, direito da mulher, direito da criança e assim por diante. Lembro-me de uma irmã, em nosso grupo caseiro, quando alguém falou sobre "os nossos direitos", mais que depressa ela falou: "Quais são os nossos direitos? Só Deus tem di­reitos". E é verdade, diante de Deus que direito tem o homem? Creio que o homem tem só um direito diante de Deus: obedecê-lo!

Tudo o mais é graça, somente graça. Louvado seja o Se­nhor porque não temos direitos e sim graça, abundante graça, que Ele nos concede. Na igreja de Corinto havia uma demanda sobre leis e direitos. O apóstolo lhes escreve: "O só existir en­tre vós demandas já é completa derrota para vós outros. Por que não sofreis antes a injusti­ça? por que não sofreis antes o dano? (1 Cor 6.7). O rei Amazias, com um grande sentimento de perda, perguntou ao profeta: "Que se fará pois dos cem talentos de prata que dei às tropas de lsrael? Respondeu-lhe o homem de Deus: Muito mais do que isso pode dar-te o Senhor" (2 Cr 25.9).

O discípulo jamais se amedronta, mas não impõe pela força a sua vontade, ele conhece o ensino do Mestre: "0 maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como quem serve " (Le 22.26-27). Só podemos ser luz do mundo e sal da terra quando levamos a sé­rio aquilo que Jesus viveu, e deixou como exemplo para nós. Foi para isso que Ele enviou o Es­pírito "esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo que eu vos tenho dito" (Jo 14.26). O Espírito Santo vindo à nossa vida, vem para fazer residência permanente em nós eatravés de nós fluir continuadamente. Se Ele não está fluindo, algo está errado em nós. Se não expressamos a sua presença, uma falha está em nós. A Bíblia mostra duas coisas que impedem o fluir do Espírito Santo: (i) Podemos entristecê-lo, mas o texto ordena que não façamos isso (Ef 4.30); (ii) Podemos apagá-lo. O texto pede que não façamos também isso.

A nós compete vigiar e orar, estando atentos a tudo que Ele quer fazer em nós e através de nós, pois Ele é a nossa contínua riqueza. O Apóstolo ensina: ''vós possuis unção que vem do Santo, e todos tendes conhecimento" (1 Jo 2.20). Aleluia!

Há uma recompensa prometida aos mansos: ''Mas os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz" (Sl 37.11). Mansos são aqueles que escolhem o caminho da fé paciente, em lugar da afirmação de si mesmos. Ele está sempre sob autocontrole. Manso é, também, aquele que acata o que possam dizer dele, embora isso venha lhe ferir a auto estima. É interessante que em uma oração pública nos sintamos bem em declarar a Deus que somos "miseráveis pecadores", mas não admitimos que alguém aproxime-se de nós e nos diga: "ir­mão, tu és um miserável pecador".

Precisamos de mansidão para não sermos hipócritas. O tex­to acima referido diz que "os mansos herdarão a terra" e a seguir diz: "e se deleitarão na abun­dância de paz", paz sempre será a recompensa maior dos mansos. Eles sabem o que é viver e reinar com Cristo. No retorno do Senhor, governaremos com Ele, então "possuiremos" a terra totalmente.

O caminho de Cristo é diferente do caminho do mundo,e a mansidão é o meio pelo qual sempre alcançaremos a vitória que Ele já ganhou para nós.

Fonte: www.adcwchurch.com

Feliz Dia do Amigo!


"Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade."
Eclesiastes 4.12

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Colheita feliz...

Fonte: www.karapuca.blogspot.com

Unidos pelos Bálticos


DAS NAÇÕES PARA OS BÁLTICOS…
DOS BÁLTICOS PARA AS NAÇÕES…


Com esse lema, o Projeto IDEBálticos – projeto conectado à JOCUM Internacional – tem o objetivo de mobilizar, treinar e enviar jovens de várias nações para pioneirar novos ministérios nos países bálticos e, desses, para as nações.

Países Bálticos é o nome dado ao grupo de nações situadas à nordeste da Europa e costeadas à leste pelo Mar Báltico. Essas nações são: Lituânia, Letônia e Estônia e, por cerca de 50 longos anos, elas estiveram incorporadas à antiga União Soviética. Desde 1991, com o colapso do Governo Soviético, os países Bálticos tem vivido como nações independentes.

A visão do Projeto IDEBálticos é ver uma nova onda de jovens, de nações apaixonadas por Deus e pelos povos, pioneirando novos ministérios nos países bálticos e dos bálticos para as nações. Além disso, esse projeto tem como missão: mobilizar, treinar e enviar missionários das nações para os bálticos e dos bálticos para as nações a fim de cumprir com a Grande Comissão segundo Mt. 28: 19-20; criar, implantar e dar suporte a agências e organizações de combate ao tráfico de seres humanos, entre outras metas.

Então, se você tem sentido o chamado de Deus para levar restauração a nações que, por muito tempo, estiveram debaixo do pesado julgo imposto pelo Socialismo Soviético, participe e venha cumprir o Ide nos Bálticos!

Mais informações: idebalticos@jocum.org.br

Fonte: www.jocum.org.br

domingo, 18 de julho de 2010

A infância de Jesus


Fonte: www.verticontes.blogspot.com

Não negocie... RECEBA!!!


As tentações do Super Ultra Crente

Fonte: www.karapuca.blogspot.com

Acontecimentos bíblicos vistos de cima

Muito interessantes estas montagens!



Jardim do Éden

...



Arca de Nóe encalhada

...



Travessia do Mar Vermelho

...



Crucificação

...

Fonte: http://blog.uncovering.org

ENENEM 2


Segue novo caderno de provas do ENENEM (Exame Nacional Evangélico Neófito de Ensino Medíocre).

1. Primeiro sumo sacerdote dos hebreus:

a) Aarão
b) Bbrão
c) Comerão
d) Se-for-beber-não-dirija-estudo-bíblico

2. Segundo filho de Aarão:

a) Abiú
b) Fechoú
c) Rasgoú
d) Nem-abiú-nem-fechoú-só-o-paí-podiá-entrá-no-santo-dos-santos

3. Terceiro filho de Davi:

a) Abboteco
b) Absalão
c) Abnada
d) Abboca-de-mula

4. Neto de Eli:

a) Aitube
b) Youtube
c) Twitter
d) Interneto

5. Décimo-primeiro rei de Judá:

a) Sorterias
b) Azarias
c) Rabudorias
d) Tanto-faz-crente-não-jogarias

6. Um dos que assinaram a aliança, (Neemias 10.17) Pai do falso profeta, Hananias:

a) Brancur
b) Vermelhur
c) Azur
d) Afro-descendentur

7. Parente de Noemi e esposo de Rute:

a) Boaz
b) Gostosaz
c) Enxutaz
d) O-que-vale-é-a-belezaz-interna

8. Pai de Haniel e príncipe de Manassés:

a) Éfode
b) Énamore
c) Éfica
d) Épecado

9. Pai de Berodaque, rei de Babilônia:

a) Festão
b) Bailão
c) Baladão
d) Shabatdão

10. Filho de Sete e neto de Adão:

a) Enos
b) Sal-de-frutas
c) Sal-de-andrews
d) Vomita-que-faz-bens

Fonte: www.verticontes.blogspot.com

Você precisa!

A vaidade evangélica


Convicção é uma coisa. Presunção é outra.

A convicção, nos faz seguros e com sábio temor diante de algo que recebemos. A presunção, porque lança o foco da nossa atenção a nós mesmos, nos torna vaidosos e estupidamente inconsequentes.

A segurança da convicção, geralmente, evita com que estejamos ansiosos ou defensivos, mas a vaidade dos presunçosos, que sequer aceitam discutir ou debater o que julga crer, orgulhosos, atrevidos e tenta-nos ao desprezo dos que pensam diferente.

Há uma vaidade evangélica que dá asco. Vê-se isso em todo o lado, como a que aparece nos partidários políticos sectários, em doutores que já não pensam em progredir, mas em exibir os louros todos, em gente que pensa não precisar de mais nada, de nenhum saber e põe-se acima dos outros.

O religioso é assim. Cheio de verdade e de si mesmo.

É aquilo de: Eu tenho a razão, ela está do meu lado. Ela não me tem. Eu detenho a sua patente. E deixamos correr frouxa a nossa vontade, assentada sobre preconceitos e vaidades de obras mortas, aquelas que pretensamente nos justificam ou que releva os nossos próprios erros.

É por isso que o vaidoso das revelações divinas está pronto a perseguir, a ferir e a matar os que lhe são divergentes. Jesus enfrentou-os e eles perseguiram-no até à cruz. Pedro demonstrou desprezo a um centurião romano porque era um gentio, que como tal, estava "do outro lado".

Não há gratidão ou louvor na boca de um assim, porque verdade alguma lhe foi revelada, antes, lhe foi descoberta, por si mesmo, por um cérebro que se acredita superior. Ninguém os alcançou, acreditam. Eles foram a Deus. Eles O escolheram. Eles resolveram crer. Eles tiveram o discernimento. Eles próprios se salvaram.

Não há a rendição ou a entrega, mas antes, a posse.

Deus fala por mim. Se eu não abro a boca, Ele, por si, não diz nada. Nem faz nada. Essa é a sua confissão de fé.

Se cremos mesmo num Evangelho que nos foi entregue (a boa notícia - a que fomos todos buscados, alcançados e perdoados pelo Supremo Pastor), então não há mérito nenhum em nós. Nem orgulho. Nem glória. Muito menos, vaidade. Só gratidão e... humilhação.

Ai, há somente lugar para uma fraterna cumplicidade e solidariedade, numa miséria que nos nivela a todos. E por baixo.

"(Os homens) aprendem sempre, mas nunca podem chegar ao conhecimento da verdade." 2 Tm 3.7


Fonte: www.rubinhopirola.com

Livro relata a experiência da tradução da Bíblia para gatos

O americano Martin Grondin é um cristão que ama os gatos e, por isso, resolveu traduzir a Bíblia para o idioma que ele acredita que os bichanos entendem, o LOL Cat.

Grondin tem recebido e-mails de devotos perplexos. Alguns imploram para que ele cesse a blasfêmia e outros rogam praga, invocando o castigo divino.

Mas a Bíblia para gatos não é gozação, apesar de o LOL ser a sigla de laughing out loud (rindo alto de algo, muito engraçado). É coisa séria, garante Grondin, porque o ‘engraçado’ no idioma dos gatos, nesse caso, não é pejorativo. A tradução mais adequada para o português talvez seja “idioma divertido de gato”.

Grondin lançou o livro LOL CAT BIBLE (US$ 9,32 na Amazon.com) onde conta como em 2007 resolveu desenvolver o projeto da tradução da Bíblia para os felinos.

Ele criou um site wiki (que permite a colaboração de inscritos) para verter a Bíblia a sons agradáveis aos gatos – não se trata, portanto, de miados em variadas entonações, diferentemente do que se pode pensar, mas de palavras que façam sentido para os bichanos.

O wiki tem dois mil colaboradores, mas Grondin afirma que poucos deles são bons tradutores.

“Um bom tradutor é engraçado, faz piadas e não reduz o texto à linguagem de SMS. O tradutor ideal entra na cabeça dos gatos, e o deserto vira uma caixa de areia, por exemplo”.


No site, há orientações sobre a ortografia, fonética e gramática do LOLCat. Mas Grondin adverte que o conjunto de normas, por si só, não consegue explicar satisfatoriamente como fazer a tradução porque é “preciso pensar como um gato”.

Grondin argumenta que, mesmo que os bichos não entendam as palavras sagradas, quem faz a tradução acabando não só lendo a Bíblia mas estudando-a, o que já justifica o projeto.

Só há tradução para o LOLCat a partir da Bíblia em inglês. Pelo menos por enquanto.

Fonte: Agência Estado

...

Preciso de uma bíblia dessas! Evangelizar os felinos aqui de casa! =D

Site promove "bloqueio" contra Deus



Um site americano oferece o GodBlock (Bloqueio de Deus, na tradução literal) que, conforme sugere o nome, bloqueia nas páginas da internet as propagandas religiosas, como estas que às vezes o Google coloca neste blog.

O site afirma que o filtro se destina aos pais e às escolas que desejam proteger as crianças da doutrinação religião, qualquer que seja ela.

“Quando instalado corretamente, o GodBlock analisa cada página acessada pelo seu filho, antes de carregá-la, e verifica se há textos sagrados, nomes ou figuras e símbolos religiosos.”

Explica que o programinha surgiu em reação à tendência cada vez mais forte nos Estados Unidos da pregação de fundamentalistas evangélicos, mórmons, batistas, muçulmanos e judeus que dificultam o avanço da ciência e corrompe a mente das crianças.

O programa é de graça, mas o site pede donativo de US$ 5 (R$ 8,5). O doador terá direito a dez adesivos com o logo do GodBlock, como o mostrado na figura acima. Também vende camisetas com o símbolo.

O site publica comentários de internautas, como de Poulter L. Martin: “Finalmente, alguém pensou em proteger as crianças”.


Fonte: www.e-paulopes.blogspot.com

sábado, 17 de julho de 2010

Um jovem de apenas 15 anos


Um jovem de apenas 15 anos, estava no ônibus quando Deus tocou no coração dele. Deus pediu que ele levantasse do banco e dissesse aos passageiros sobre a volta de Cristo. O jovem prontamente obedeceu. De repente um homem que estava sentado no fundo do ônibus gritou:
- Cala a boca e senta!
O jovem envergonhado sentou. Mas novamente foi tocado e levantou dizendo as mesmas palavras. O homem o ameaçou a dar alguns tapas no jovem que se calou. Mas Deus continuava a incomodá-lo, ele se levantou e gritou que Jesus estava voltando. O homem com uma criança no colo foi em direção a ele para agredi-lo, quando a criança disse:
- Papai não bate nele não! Ele é enviado de Deus!
Este homem se colocou de joelhos e em lágrimas. E o jovem perguntou:
- Porque o senhor está chorando?
O homem, ainda em lágrimas, respondeu:
- O meu filho era mudo e agora está falando!


Quantos testemunhos semelhantes a este nós perdemos? E quais os motivos que nos levaram a perdê-lo? Vergonha, medo ou até mesmo rebeldia? Quantas coisas Deus não pode fazer através de nós porque simplesmente não obedecemos a Sua voz? A atitude do garoto foi simples, obedecer. E nós? O que faríamos se estivéssemos no lugar desse garoto? E eu me inclui nisso, o que será que faríamos?
Muitas vezes achamos que Deus não pode nos usar, ou que não temos sabedoria ou somos novos demais para essas coisas. Mas a obra é de DEUS, e Ele quem opera tudo em todos, da maneira Dele. (I Coríntios 12 : 6) A própria Bíblia diz que é melhor obedecer do que sacrificar. (I Samuel 15 : 22) Temos que nos tornar mais sensíveis as oportunidades que Deus coloca em nosso caminho, pra realmente sermos a diferença. Vamos fazer as coisas como devem ser feitas, Deus nos dá suporte é Ele quem nos capacita. (II Timóteo 1 : 7) Vamos nos levantar e ser mais jovens do ônibus pelo mundo.

Autor: Giovani Júnior

Fonte: www.entrelinhascomplexas.blogspot.com

terça-feira, 13 de julho de 2010

Evolua!

100ª postagem do blog! Que Deus nos abençoe a cada atualização!

Como lidar com a pornografia

Ele voltou!!!

Fonte: www.karapuca.blogspot.com

O soldado que matou Jesus


Quem matou o Senhor Jesus Cristo? Essa pergunta pode ser respondida de várias maneiras e todas elas apresentam a Bíblia como base. Alguém poderia dizer que a morte de Jesus teve como causa o próprio Deus, uma vez que a Bíblia diz que Deus enviou Jesus com o fim de, com seu sangue, resgatar o mundo (Rm 8.32).
Outros poderiam dizer que ninguém pode ser responsabilizado pela morte de Cristo, pois, segundo as próprias palavras do Mestre, ninguém tirou a vida dele. Antes, ele espontaneamente a deu (Jo 10.17-18).

Em nosso país há uma forte tendência no sentido de jogar a culpa da morte de Jesus sobre Judas. E, de fato, o próprio Senhor falou que a culpa do traidor era maior que a do próprio Pôncio Pilatos (Jo 19.11).

Falando em Pilatos, a igreja primitiva parece ter visto nele, em Herodes e nas autoridades judaicas os principais vilões da história do Calvário, além dos soldados romanos e o povo judeu em geral (At 4.27; 7.52).

Ao que parece, essas respostas não se opõem uma a outra, mas sim se completam, já que todas apresentam bons fundamentos.

Há, porém, um outro grupo de culpados da crucificação de Cristo. São aqueles que, após conhecerem e até experimentarem a verdade, a abandonam. O autor de Hebreus diz que essas pessoas crucificam para si o Filho de Deus (Hb 6.4-6)

Além desses assassinos modernos, Paulo fala de outros que Deus considera como algozes de seu Filho: são os que participam da Ceia com pecado em sua vida (1Co 11.27). Desses assassinos de Jesus nós nem sempre nos lembramos, ainda que alguns deles surjam de vez em quando em nosso meio.

É por isso que há exatidão teológica no sonho de certo homem. Ele sonhou que o Senhor Jesus estava deitado sobre uma pedra e que diante dele estava um soldado romano com um punhal. De repente, o soldado levantou o punhal para cravá-lo no peito do Senhor. Desesperado, o homem que sonhava gritou: “Não!” Então o soldado que estava de costas se virou, e qual não foi a surpresa do nosso sonhador! O soldado era ele mesmo!

Autor: Prof. Marcos Granconato

Fonte: www.sbpv.org.br

Comentários sobre batalha espiritual


Muito se fala sobre a necessidade da oração, de como alguém que professa a fé em Cristo só caminha “espiritualmente” nesta área se fizer deste exercício uma constante em sua existência.

Jamais diria o contrário, embora seja um campo que ainda tenha certa falta de disciplina. Por favor: não me julguem, é tragicamente tradicional que discípulos cochilem neste processo: Basta lembrar que em um dos momentos mais terríveis da vida do Mestre na terra, ele pediu para que eles o acompanhassem nisso, e eles simplesmente, dormiram por mais de uma vez.

De joelhos, na intimidade isolada do meu quarto, fecho os olhos e procuro o contato através de minhas preces, mas não demora muito para faltar assunto, para meu monólogo perder o sentido e a mente começar a divagar entre assuntos totalmente alheios: “Quanto está o jogo?...”, “Será que paguei aquela conta?...”,”Aquele colega de serviço me contou uma piada engraçada...”.

Sem contar o sono incontrolável, inexplicável. Não tenho tanto sono assim! O que será que me dá?

Creio que isso seja a verdadeira batalha espiritual: é entrar na dimensão onde fica a legítima inspiração, onde os pensamentos se estabilizam, onde um pouco de paz pode ser restaurada, que a dispersão começa, já que o caminho que leva até este esconderijo é escabroso e povoado por seres inexplicáveis.

Elias, profeta pentecostal padrão, quando em sua caverna, e chamado por Deus para sair, presencia as mais diversas manifestações antes que identifique em quais delas o Altíssimo habita: num grande vendaval, em um tremor de terra, em inexplicáveis chamas que derretem as rochas a sua frente? O Criador se pronuncia em uma voz mansa, suave.

Orações – pentecostais como as dos meus irmãos – começam numa luta para se manter em constante força de voz, e não é incomum encontrar nesta hora crentes aos berros, falando dialetos, saltando, correndo: é a forma que eles encontram em permanecer orando e não sucumbirem ao sono da batalha.

Não é a intenção daqui julgar formatos: em certa data, estava só em casa, e ao sair do banho, meditava em determinado trecho da Palavra, quando senti a presença especial do Espírito. Ri-me, ao me deparar momentos depois, diante do espelho, com meu reflexo magro e nu, saltitando aos prantos enquanto sentia em minha alma a mais profunda gratidão. Graças a Deus, só Ele presenciou isso...

Mas é no silêncio calmo, quando calo meus pensamentos, após pedir a Deus que mudasse minhas vontades, que começa a nascer em mim respostas que aqui não estavam.

Oração não é monólogo, é diálogo. Um papo que só quem ouve sou eu e meu Interlocutor, na maioria das vezes. Nesses papos, já pude ser abençoado muitas vezes.

Uma das minhas maiores bençãos é poder compartilhar pensamentos com desconhecidos que recebem estas informações como verdadeiro alívio para a dor de suas almas.

Esse texto, por exemplo, é resultado de alguns momentos na presença Dele.

Guerra Espiritual é isso, sem trégua, com um embaralhador de pensamentos sempre presente, tentando nos roubar pensamentos, matar raciocínios, destruir linhas lógicas.

Estamos em guerra.

Autor: Zé Luiz

Fonte: www.cristaoconfuso.blogspot.com

Em quem você tem confiado?! Verdadeiramente?!


Programação infantil de qualidade!


A música gospel e a proliferação das heresias


Lamentavelmente a Igreja brasileira tem experimentado nos últimos anos uma variedade enorme de falsos ensinos. São tantas as heresias disfarçadas de "doutrinas" que é impossível não sentir-se envergonhado diante de tanta aberração. Infelizmente boa parte destas discrepâncias teológicas se deve as canções cantadas em nossas igrejas.

Ora, por favor, pare, pense e reflita nas letras das músicas que são tocadas nos cultos evangélicos. Sinceramente algumas delas são absurdamente ridículas, além obviamente de um mal gosto musical que denota a incompetência dos compositores. Se não bastasse isso, os princípios teológicos disseminados nestas canções são destruidores.

Sinceramente fico a pensar por que os músicos de nossas comunidades evangélicas não submetem suas "poesias" a pessoas qualificadas para que à luz das Escrituras avalie o conteúdo de suas canções.

Para piorar a situação algumas destas pérolas musicais descaradamente atentam contra o vernáculo ultrapassando em muito a liberdade poética fazendo-nos ruborizar diante de tanta ignorância. Junta-se a isso que os louvores cantados em nossas reuniões são extremamente antropocêntricos, o que nitidamente se percebe em nossos encontros congregacionais. Se fizermos uma análise de nossas liturgias chegaremos a conclusão que boa parte das canções que entoamos são feitas na primeira pessoa do singular, cujas letras prioritariamente reivindicam as bênçãos de Deus.

Pois é, numa liturgia preponderantemente hedonista, os evangélicos são extravagantes, querem de volta o que é seu, necessitam de restituição, determinam a prosperidade, tocam no altar, pedem chuva, cantam mantras repetitivos erotizando sua relação com Deus, desejando da parte do Criador, beijos, abraços e colo.

Caro leitor, sem sombra de dúvidas vivemos dias complicadíssimos onde o Todo-poderoso foi transformado pelos falsos apóstolos em gênio da lâmpada mágica, cuja missão prioritária é promover satisfação aos crentes. Diante disto, precisamos orar ao Senhor pedindo a Ele que nos livre definitivamente desse louvor, filho bastardo da indústria mercantilista gospel, o qual nos tem nos empurrado goela abaixo, conceitos e valores anticristãos cujo objetivo final não é a glória de Deus, mas satisfação dos homens.
Pense nisso!

Fonte: Blog do Renato Vargens

Falta só mais um boneco pra coleção...

Boneco de Deus-Pai...

Só não entendi o porquê do rifle...


Jesus, o Filho de Deus...

E ainda recita versículos!

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O capitalismo me assombra...

Jogue limpo!


Chama a boa aí!!!




As 10 moças


E existiam 10 amigas, não muito amigas, até porque se quer conhecer os defeitos de uma mulher, é só elogiá-la para suas "amigas" e saberá. Mas continuando, essas 10 amigas eram todas evangélicas e que seguiam Jesus de uma forma que só elas entendiam. Dançavam na igreja, cantavam, desafinadas, mas era para Deus, e até faziam teatro, figuração, mas teatro. O que importa era que elas davam o melhor para Deus.


Só que com o passar do tempo, dessas 10 moças, 5 continuavam firmes e fortes, mesmo depois de um bom tempo servindo a Deus, e as outras 5 estavam ficando frias na fé, se é que uma dia já estiveram quentes. As 5 moças amigas fiéis sempre falavam para as outras 5 moças amigas frias que tinham que pedir perdão a Deus por suas ações pecaminosas e que o tempo estava passando, cada vez mais rápido, cada vez mais rápido.


Aquelas amigas féis com Deus continuavam cantando na igreja, mesmo ainda não tendo aprendido . Participavam ativamente do grupo de jovens, da Escola Bíblica, estavam realmente encorajadas a servir a Deus para sempre. As outras 5 moças, que andavam frias na fé, só queriam saber de assistir novelas, sair para festinhas escondidas, pois se o pastor soubesse seriam colocadas na disciplina, e acessar a internet, mas precisamente na lan house de 1 real a hora, mas precisamente o Orkut e comentar as fotos da última festinha que houve.


Certo dia marcaram de dormir juntas na casa de uma delas e fazer a festa do pijama, tão tradicional em roda de meninas. Naquela noite as 5 fiéis cantaram hinos de adoração a Deus e leram à Bílbia, oraram e conversaram até pegar no sono. As outras 5, que eram as frias, preferiram ficar falando da vida do pastor, o que ele fazia com o dinheiro da igreja e sobre aquele cantor tão bonito que tinha surgido no meio gospel, conhecido como o Rick Martin cristão (ui).


A noite cai, o sono vem e o silêncio permaneceu. Até que se ouviu uma trombeta do céu. As moças despertaram e perceberam que era a volta de Jesus. As fíéis sorriam, se alegraram, mas as frias se assustaram e perguntaram como fazer para que Jesus as levassem também. As fiéis indicaram que teriam que se arrepender e pedir perdão as pessoas que magoaram e abandonar tudo o que as prendiam no mundo. Elas correram e foram fazer o que havia sido indicado. Ao voltar, perceberam que era tarde. Jesus voltou, levou os escolhidos e ficaram aqueles que se preocupam demais com novelas, programas de TV, fofocas, artistas, do meio gospel ou não, e internet, ao invés de Deus.

Que coisa, não?

Autor: Thiago Matso

Fonte: www.veshamegospel.blogspot.com

Amizades


Amizades são uma parte importante da nossa vida. Desde a criação do primeiro casal, Deus mostrou a necessidade do companheirismo na vida humana. Em famílias, igrejas e comunidades criamos laços de amizade. Precisamos compartilhar a vida com outras pessoas.

Na Bíblia, Deus nos orienta sobre amizades. Ele fala do valor dos bons amigos e adverte-nos sobre os perigos dos companheiros errados. Ele oferece instrução e apresenta exemplos que nos ensinam. Estas orientações valem para os jovens que ainda estão escolhendo o seu rumo, e também ajudam os adultos no seu caminho pela vida.

Instruções sobre amizades

As Escrituras nos orientam sobre a escolha e o tratamento dos nossos amigos. Amigos têm muita influência em nossas vidas: "O justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos perversos os faz errar" (Provérbios 12:26). Por este motivo, a escolha de companheiros é um assunto de grande importância: "Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau" (Provérbios 13:20). No final de contas, nossas escolhas não envolvem apenas pessoas, mas decidem a nossa direção na vida e na eternidade. Tiago frisou bem este fato quando perguntou: "Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tiago 4:4). O mesmo livro fala de um homem de grande fé que rejeitou os caminhos errados de outros homens e mostrou a sua lealdade ao Senhor. O resultado desta escolha de Abraão? "Foi chamado amigo de Deus" (Tiago 2:23). Devemos escolher bons amigos que nos ajudarão, especialmente em termos espirituais.

É fácil escolher mal. Muitas pessoas que não amam a Deus e não respeitam a palavra dele nos oferecem a sua amizade. Às vezes, podemos influenciar tais pessoas pela nossa fé e o exemplo de uma vida reta. O próprio Jesus fez questão de ter contato com pecadores, oferecendo-lhes a palavra eterna da salvação (Lucas 15:1; Mateus 9:10-13). O perigo vem quando não confessamos a nossa fé no meio de uma geração perversa (Marcos 8:38). Ao invés de conduzir outros a Cristo, deixamos as más influências nos corromperem.

Algumas pessoas querem nos induzir a pecar contra Deus. "Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes; traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, como os que descem à cova; acharemos toda sorte de bens preciosos, encheremos de despojos a nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos uma só bolsa. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés; porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue" (Provérbios 1:10-16). Infelizmente, observamos a mesma tragédia espiritual na vida de muitas pessoas hoje. Quantos jovens são induzidos a usar drogas, ou até de se tornar traficantes, pela influência de "amigos"? Quantos se integram a gangues e acabam cometendo vários tipos de crime?

Algumas amizades precisam ser totalmente evitadas:"Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores" (Salmo 1:1). Quando outros querem nos conduzir ao erro, precisamos sair correndo: "Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento. A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora. Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade" (Provérbios 14:7-9).

Alguns dos amigos mais perigosos são aqueles que sempre concordam conosco, apoiando-nos mesmo nas coisas erradas. "Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato" (Eclesiastes 7:5). O amigo verdadeiro nos corrige, e a pessoa sábia procura ter amigos com coragem e convicção para a repreender quando for necessário. Por outro lado, o insensato evita pessoas que corrigem e criticam, procurando aprovação acima de sabedoria. "O escarnecedor não ama àquele que o repreende, nem se chegará para os sábios... O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia" (Provérbios 15:12,14). Ninguém gosta de ser corrigido, mas todos nós precisamos de amigos que nos amam tanto que mostram os nossos erros: "Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos" (Provérbios 27:5-6).

Paulo mostrou aos coríntios que, mesmo entre pessoas religiosas, é necessário evitar influências negativas: "Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15:33). No caso dos coríntios, alguns irmãos estavam espalhando doutrinas falsas, negando a ressurreição dos mortos. O fato de alguém participar de uma igreja ou se dizer cristão não é garantia de uma amizade saudável e edificante. Alguns aproveitam a amizade para induzir outros a aceitar doutrinas e religiões falsas. Moisés avisou sobre parentes e amigos que incentivam os servos de Deus a servir outros deuses e mandou que não concordassem, nem ouvissem, nem olhassem com piedade para aqueles falsos professores (Deuteronômio 13:6-8). Temos que julgar a árvore pelos frutos (Mateus 7:15-20), retendo o que é bom e nos abstendo de toda forma de mal (1 Tessalonicenses 5:21-22).

Uma vez que escolhemos bons amigos, devemos ser bons amigos! As Escrituras nos aconselham sobre as responsabilidades de companheiros fiéis. Amigos contam com a presença uns dos outros: "Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe" (Provérbios 27:10). "O olhar de amigo alegra ao coração; as boas-novas fortalecem até os ossos" (Provérbios 15:30). Por outro lado, não devemos abusar da amizade, causando aborrecimentos: "Não sejas freqüente na casa do teu próximo, para que não se enfade de ti e te aborreça" (Provérbios 25:17). Não devemos abandonar nem trair os nossos amigos (Provérbios 27:10). Amigos verdadeiros não são interesseiros, mas aqueles companheiros fiéis que ficam nos bons tempos e nos maus: "Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão" (Provérbios 17:17). A amizade verdadeira traz benefícios mútuos: "Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo" (Provérbios 27:17).

As orientações bíblicas são valiosas para nos guiar em fazer e manter boas amizades.

Exemplos de amizades boas e más

Deus nos ensina, também, por exemplos. Três gerações da mesma família servem como exemplos de amizades boas e más. Considere estes casos:

Davi e Jônatas. Talvez a mais conhecida amizade na história seja a de Davi com Jônatas, filho do rei Saul. O ciumento rei tentou matar o jovem Davi, escolhido por Deus como seu sucessor. Pelo mesmo motivo, Jônatas poderia ter olhado para Davi com inveja ou ódio. Se Deus não tivesse nomeado Davi, o próprio Jônatas seria rei depois da morte de Saul. Mas Jônatas não mostrou tais atitudes. Ele manteve uma amizade especial com Davi durante toda a sua vida. Quando Saul tentou matar Davi, foi Jônatas quem protegeu o seu amigo (1 Samuel 20). Davi lamentou amargamente a morte deste amigo excepcional (2 Samuel 1:17-27). Mesmo depois da morte de Jônatas, Davi mostrou bondade para com seu filho aleijado, Mefibosete (2 Samuel 9).

Amnon e Jonadabe. Amnon, um dos filhos de Davi, não escolheu seus amigos como o fez o seu pai. Ao invés de cultivar amizades boas e saudáveis, ele escolheu como companheiro seu primo Jonadabe (2 Samuel 13:3). Quando Amnon falou com este amigo sobre os seus desejos errados pela própria irmã, Jonadabe teve uma oportunidade excelente para corrigir e ajudar o seu primo. Infelizmente, ele fez ao contrário. Ele "ajudou" Amnon a descobrir uma maneira de estuprar a própria irmã! Além de levar Amnon a humilhar e odiar a moça inocente e a magoar profundamente o seu pai (2 Samuel 13:4-21), o conselho de Jonadabe levou, afinal, à morte do próprio Amnon (2 Samuel 13:22-36). Jonadabe até teve coragem de tentar confortar Davi depois da morte de Amnon! Que amigo!

Roboão e seus colegas. Roboão, neto de Davi, se tornou rei depois da morte de Salomão. No início do seu reinado, ele procurou conselho de várias pessoas antes de tomar uma decisão importantíssima. Ele valorizou a amizade com seus colegas acima da sabedoria dos homens mais velhos e experientes (1 Reis 12:7-11). A "ajuda" destes amigos contribuiu para a divisão do reino e diminuiu muito a influência de Roboão. Nossos amigos podem falar coisas que nos agradam, mas devemos dar ouvidos à sabedoria de pessoas mais sábias!

O que aprendemos?


De tudo que a Bíblia fala sobre amizades, devemos aproveitar algumas lições importantes. Entre elas:

-Escolher cuidadosamente os nossos amigos, evitando amizades que nos levariam ao pecado.

-Valorizar amigos que nos corrigem quando erramos.

-Cortar amizades que prejudicam a nossa vida espiritual, especialmente quando os "amigos" incentivam o pecado e participação em religiões falsas.

-Ser amigos fiéis e de confiança, especialmente nos momentos difíceis quando os amigos mais precisam de nós.

-Sempre manter nossa relação com Deus acima de qualquer amizade humana, confessando a nossa fé no meio de uma geração perversa.

Quando se trata de amizade, devemos valorizar qualidade, e não quantidade: "O homem que tem muitos amigos sai perdendo, mas há amigo mais chegado do que um irmão" (Provérbios 18:24).

Autor: Dennis Allan

Fonte: www.estudosdabiblia.net

Cidadania dos céus...

Fonte: www.karapuca.blogspot.com

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Mercado gospel...


Tipos de crentes


CRENTE "CHICLÉTS" - SÓ MASTIGA A PALAVRA, MAS NÃO ENGOLE...
CRENTE PIOLHO - ANDA PELA CABEÇA DOS OUTROS...
CRENTE PIPOCA - VIVE DANDO PULO....
CRENTE MACACO - VIVE PULANDO DE IGREJA EM IGREJA...
CRENTE NÔMADE - VIVE TROCANDO DE HABITAT...
CRENTE PASSAGEIRO - VIVE PASSEANDO DE IGREJA EM IGREJA...
CRENTE CARRAPATO - VIVE COLADO NOS OUTROS...
CRENTE SANGUESSUGA - VIVE SUGANDO OS BENS DOS IRMÃOS...
CRENTE URUBU - VIVE SE ALIMENTANDO DA CARNE DOS IRMÃOS... "HUM... HOJE VAMOS COMER PASTOR A MILANESA!!!!"
CRENTE CAMALEÃO - ESTÁ TODA HORA DE MUDANÇA PARA SE ADAPTAR AO NOVO HABITAT...
CRENTE 007 - ESSE É O AGENTE SECRETO DE CRISTO INFILTRADO NO SUBMUNDO DE SATANÁS...(NINGUEM, REALMENTE NINGUÉM SABE SE ELE É CRENTE, NEM ELE)
CRENTE IÔ-IÔ - ESTÁ SEMPRE SAINDO E VOLTANDO PARA A MÃO DE DEUS...
CRENTE ELEVADOR - ESTÁ SEMPRE SUBINDO E DESCENDO NA VIDA ESPIRITUAL...
CRENTE AVESTRUZ - VIVE COLOCANDO A CABEÇA EMBAIXO DA TERRA QUANDO TEM UM PROBLEMA....
CRENTE LEÃO - NÃO SE META COM ELE, POIS ELE É O REI DA IGREJA...
CRENTE JACARÉ - TEM UMA BOQUINHA...
CRENTE PAPAGAIO - SÓ SABE ORAR COM NO MÁXIMO USANDO 20 PALAVRAS...
CRENTE PINGÜIM - VIVE SEMPRE NUMA GELEIRA ESPIRITUAL...
CRENTE CHUCHU - NÃO TEM GOSTO DE NADA...
CRENTE DENOREX - PARECE MAS NÃO É...
CRENTE BRASTEMP - NÃO TEM COMPARAÇÃO... (COM CRISTO)
CRENTE NIGUEL MANSEL - CORRE UM MONTE MAS NUNCA GANHA UMA PELEJA...
CRENTE RUBINHO BARRICHELO - FREIA NO FIM DA PROVA SÓ PRA DEIXAR TODO MUNDO PASSAR POR VOCÊ NA VIDA ESPIRITUAL...
CRENTE PULGA - TÁ SEMPRE COÇANDO A SUA ORELHA.
CRENTE TOCHA - TÁ TODA HORA QUEIMANDO... "QUEIMA DEMÔNIO, QUEIMA..."
CRENTE KIKO DO CHAVES - ESSE NÃO SE MISTURA COM A "GENTALHA"
CRENTE CHAPOLIN - VOCÊ PODE CONTAR COM TUDO, MENOS COM SUA ASTÚCIA...
CRENTE BALAÃO - ENXERGA ESPIRITUALMENTE MENOS QUE UMA MULA...
CRENTE NOÉ - NUNCA AS COISAS SÃO COM ELE, "NOÉ COMIGO IRMÃO"
CRENTE HOMEM-ARANHA - VIVE SUBINDO PELAS PAREDES POR QUALQUER COISA...
CRENTE 6Hrs - SEMPRE DEPENDENDO DA ORAÇÃO DOS IRMÃOS: "SEIS" ORA POR MIM?"
CRENTE ALELUIA GLÓRIA A DEUS - PASTOR PREGANDO: "PORQUE O DIABO VEIO PARA MATAR..." E O IRMÃO DIZENDO: ALELUIA GLÓRIA A DEUS
CRENTE ZAGALO - OS IRMÃOS VÃO TER QUE ENGOLIR
CRENTE ARI PISTOLA - SÓ CONHECE O ANTIGO TESTAMENTO, A LEI E OS PROFETAS
CRENTE CHACRINHA - SÓ DÁ ABACAXI PARA OS IRMÃOS.
CRENTE TORTÉI - NO SEU INTERIOR, SÓ ABOBRINHA
CRENTE PÃO DE FÔRMA - MIOLO MOLE, CASCA GROSSA, CHATO E QUADRADO
CRENTE REXONA - A BÍBLIA SEMPRE DEBAIXO DO BRAÇO...ARGH, QUE CHEIRO DE SUVACO!!!
CRENTE RADICCI- AMARGO QUE SÓ ELE
CRENTE CABELEREIRO - TRABALHA SÓ PRA FAZER A CABEÇA DOS OUTROS...
CRENTE RIVALDO - SE ACHA O BOM E INJUSTIÇADO!
CRENTE URSO - NO INVERNO, FICA HIBERNANDO.
CRENTE AÇÚCAR - SE SAIR COM CHUVA, DERRETE.
CRENTE QUIABO - VIVE ESCORREGANDO.
CRENTE BORBOLETA - QUE ANDA DE IGREJA EM IGREJA.
CRENTE ÔBA-ÔBA - "TUDO É FESTA".
CRENTE CARRINHO-DE-MÃO - ALGUÉM TEM QUE EMPURRÁ-LO ATÉ A IGREJA.
CRENTE GELINHO - CHEIO DOS "NÃO ME TOQUES!"
CRENTE FLORZINHA DE JESUS - QUALQUER COISA, SAI DA IGREJA.
CRENTE GABRIELA - "EU NASCI ASSIM, EU CRESCI ASSIM, E EU SOU ASSIM, VOU SER SEMPRE ASSIM, GABRIEELA..."
CRENTE MACHADO - QUALQUER IDÉIA, ELE JÁ CORTA.
CRENTE BULE - DE "PÔ CAFÉ" (POUCA FÉ).
CRENTE ESCOTEIRO - SÓ VAI EM ACAMPAMENTO.
CRENTE ROCAMBOLE - ENROLADO...
CRENTE KODAK - VIVE DE REVELAÇÃO.
CRENTE ENXADA - QUANDO O PASTOR ESTÁ PREGANDO, ELE DIZ: "É PRÁ MIM!"
CRENTE PÁ - QUANDO O PASTOR ESTÁ PREGANDO, ELE DIZ: "É PÁ ELE!"
CRENTE ALELUIA - SÓ DIZ ALELUIA NA HORA ERRADA.
CRENTE COM DOM DO CANTO - FICA LÁ NO CANTO DA IGREJA ENCOSTADO, E NÃO QUER SABER DE TRABALHAR!
CRENTE CELULAR - SÓ VIVE DESLIGADO OU FORA DE ÁREA.
CRENTE AVIÃO - VIVE NAS NUVENS.
CRENTE FOGUETE - VIVE NO MUNDO DA LUA.
CRENTE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS - VIVE SONHANDO. ACORDA, ALICE!

E A MELHOR DE TODAS PRA MIM...

CRENTE 333 - CRENTE MEIO BESTA....


Fonte: www.genizahvirtual.com

Julgamento e perdão - Mark Driscol

E com vocês...

Fonte: www.karapuca.blogspot.com


As palavras mágicas da bruxaria gospel!


“Cabummm”! Com estas palavras mágicas, candidatos a feiticeiros e super-heróis evangélicos têm prometido mover céus e terra através da fé. Cura de doentes terminais, conquista de amores impossíveis, eleição para cargos do alto escalão político, enriquecimento relâmpago: tudo é possível de se alcançar. O inacreditável está a um passo de nós.

Cristãos mais ortodoxos e tradicionais retrucam, alegando exageros nesta interpretação. Neopentecostais revidam, defendendo uma observação literal da passagem em debate. Cá entre nós, parece que os apimentados neopentecostais tem boa dose de razão. Note que o texto é claro: “Vocês pedirão o que quiserem, e lhes será concedido”.

Mas, espere um pouco. As palavras anteriores do mesmo texto exigem uma nova interpretação da passagem. Elas afirmam que “Se nós permanecermos em Cristo, e Suas palavras permanecerem em nós, pediremos o que quisermos, e nos será concedido.” (João 15.7, adaptado).

O texto é claríssimo. Tudo o que pedirmos a Cristo nos será dado. Só que não para por aí. O melhor está nas entrelinhas da mensagem. Lamento jogar água nas labaredas da interpretação neopentecostal, mas precisamos mirar nossos olhos na essência da mensagem do Mestre.

O que acontece é que quando nós permanecemos em Cristo, e as suas palavras permanecem em nós, a qualidade dos nossos pedidos muda. E como muda! Quando nos alimentamos dia e noite da Palavra de Deus, e quando Cristo realmente habita e dirige nossas vidas e corações, acredite, nossos pedidos tem outro propósito e sentido.

Não usamos mais essas palavras de Jesus como vara de condão, nem como palavras mágicas tiradas de livro de bruxaria, aprendendo assim a técnica de arrancar milagres do céu. Não mais “botamos Deus contra a parede” exigindo que, mediante demonstração da nossa fé, nos ajude a passar em concursos públicos, vestibulares, que nos dê rios de dinheiro, nem que cure nossos parentes e amigos de doenças terminais.

Quando as palavras de Jesus abundam em nossos corações, aprendemos a orar como o próprio Jesus: “Pai, acima de tudo, seja feita a tua vontade, e não a minha” (Lc 22.42). Jesus reafirmou o valor de sua relação com Deus pedindo que fosse “feita a Sua vontade, assim na terra, como no céu” (Mt 6.10).

O mais gostoso na vida cristã e depender totalmente de Deus. Saber que Ele cuida de nós. Que esquadrinha nosso futuro (Sl 139). Que nos sustenta (Sl 145.14). Que renova, diariamente, suas misericórdias sobre nossas vidas (Lm 3.22). Que nos ama (Jo 3.16). E que move céus e terra para que não andemos ansiosos por coisa alguma das nossas vidas, como por exemplo, quanto ao que haveremos de comer, beber ou vestir, afinal de contas, Ele sabe que precisamos de todas essas coisas (cf. Mt 6). Devemos buscar conhecer mais o Deus que servimos e que nos salvou. Devemos aprender a depositar nEle nossa confiança, pois Ele tem, de maneira extraordinária e inigualável, “cuidado de nós” (1 Pedro 5.7).


Autor: Francisco Helder Sousa Cardoso


Fonte: www.genizahvirtual.com

O Evangelho não é relativo


Apesar de tantos alardes que ouço quanto a um verdadeiro avivamento estar acontecendo no Brasil, e posso afirmar que os alaridos são bem altos aqui em minha terrinha (Acre), não é bem isso que a prática demonstra.


A prática se apresenta de uma forma bem diferente de um avivamento espiritual, resumindo-se em crescimento explosivo da instituição igreja o que, de fato, não representa necessariamente o crescimento da Igreja enquanto Corpo de Cristo. Mas como posso eu falar algo tão “absurdo” como esse? Como eu, apenas um jovem pecador desconhecido, pode afirmar que esse crescimento não é na verdade um avivamento?


Ora, isso é bem simples. Pelos frutos.


Que frutos têm se observado dessa multidão de evangélicos? Segundo previsão do IBGE, este ano chegaríamos a 55 milhões de cristãos evangélicos no Brasil, e não consigo ver uma transformação genuína na sociedade, pelo contrário, todos os números negativos crescem. A violência nunca foi tão grande e alarmante, assim como a prostituição, a gravidez durante a adolescência, a violência domestica, a corrupção e todos os males da nossa sociedade que, participando de um verdadeiro avivamento, deveriam estar sendo diminuídos na proporção do crescimento da igreja, pelo menos. Mas não conseguimos sequer cair na graça do povo, como antes (At 2:47).


Não se ouve uma única notícia da transformação de um bairro sequer pelo poder do evangelho. Antes vemos a participação cada vez maior de evangélicos nos números da corrupção e escândalos políticos. Outro dia, estando eu de serviço na Delegacia de Flagrantes da capital Rio Branco (sou policial civil nas horas vagas), tive a oportunidade de me deparar com 5 pastores presos numa única ocorrência. O motivo? Saíram literalmente no tapa dentro da igreja por questões de disputa territorial (a igreja de um deles era próximo da igreja dos outros quatro e disputavam membros). Vale tudo pelo “crescimento”.


Não entendo como pode estar havendo um avivamento se as pessoas não estão se amando mais. A instituição igreja tem crescido a passos largos, isso é verdade, mas para que tal realidade fosse possível o evangelho foi relativizado.


Para que as pessoas pudessem ser “atraídas” para as igrejas tudo foi facilitado, não é mais necessário se pregar sobre renúncia e cruz, pois o que as pessoas gostam de ouvir é sobre sucesso e prosperidade e essa é a formula mágica para o crescimento. Pobres apóstolos e pais da Igreja, desconheciam tais “verdades” e por isso sofreram todo tipo de perseguição, cadeia e morte, por amor ao evangelho. Eles não sabiam que fomos chamados para o sucesso terreno.


A ironia se justifica pelo fato de não haver esse tipo de doutrina nas Escrituras. Tomando por exemplo o Apóstolo Paulo, ele jamais relativizou o evangelho para que fosse “mais fácil” seguir a Cristo, mais vantajoso. Ele entendia que a grande vantagem que Cristo nos conquistou foi morrer a morte que era nossa.


A verdade é que o amor não esquentou, mas esfriou. As pessoas não querem mais abrir mão de seus próprios desejos para fazer unicamente a vontade de Deus, uma vez que nem sempre essa vontade é tão divertida assim. As pessoas parecem aceitar Cristo para virarem sócias do “Beach Park” de Jesus, tanto é a quantidade de água que pedem e de eventos que inventam. Porém esquecem que espiritual mesmo, como digo no slogan do Blog, é amar.


Na prática percebo todos os dias a dificuldade que é para os evangélicos se reunirem para fazer algo importante para o Reino de Deus, como evangelizar, se esse procedimento não for divertido, se ele não ocorrer nos eventos da cidade ou com o acompanhamento de grupos de música e teatro para que tudo seja mais animado. Evangelizar nas colônias e bairros pobres? Nem pensar.


As relações também ficaram esquisitas com essa relativização do Evangelho. Não se perdoa mais, nem se pede perdão. Não se ora mais buscando direção de Deus para entrar num relacionamento afetivo (namoro para ficar mais claro) nem se busca amar pessoas que não possibilitem termos alguma vantagem. Amar a Deus acima de todas as coisas, mais do que a nós mesmo, ao ponto de abrirmos mão de alguma coisa por Ele, mesmo que seja uma bobagem com fins de entretenimento, é pura heresia.


Amados não se enganem, se Cristo não governar nossas vidas a ponto de nos transformar e nos converter a Ele, não somos dignos de sermos chamados servos, tampouco filhos, e nossa parte não é com Cristo, mas com aquele que nos oferece os reinos desse mundo.


Pense nisso.


Referências: Mt 16:24; Mt 4:8-9; 1Co 10:24; At 2:47; Jo 13:34; Mt 6:14-15; 2Co 11:16-28.


Autor: Ruy Cavalcante


Quando o sacrifício de Jesus não vale nada


“Porque Cristo enviou-me, não para batizar, mas para evangelizar; não em sabedoria de palavras, para que a cruz de Cristo se não faça vã” 1 Corintios 1.17

Estamos vivendo momentos de extrema ambigüidade no cenário evangélico brasileiro. Todo dia aparece uma “doutrina” diferente, uma nova manifestação de Deus, uma nova “gospel mania”, um novo discurso evangélico, e vez por outra aparecem pessoas com conceitos os mais variados possíveis, que estão se transformando em Doutrinas em muitas igrejas consideradas evangélicas.
Na verdade muitas pessoas estão invalidando o sacrifício de Jesus em suas vidas, uma vez que dentro de seus conceitos, o cristão se tornou vulnerável a tudo e a todos, principalmente ao diabo, que para muitos se tornou uma criatura poderosíssima, capaz de oprimir e amedrontar, o povo de Deus, tornando-os criaturas frágeis e suscetível as suas investidas. Infelizmente para muitas pessoas o “modismo”, tem se tornado muito mais relevantes do que as verdades básicas do evangelho. Basta o anuncio de um “novo” mover do Espírito Santo, para atrair multidões de pessoas, a procura de uma nova experiência com Deus. A minha preocupação é que estas pessoas estão sendo vitimas de um evangelho desprovido da verdadeira essência espiritual.
Se você parar um instante para analisar comigo estes fenômenos, você perceberá a seriedade deste alerta. Você já percebeu quantos “modismos” apareceram em nossas igrejas nestes últimos anos? Já surgiram os “objetos ungidos”. Sabonete ungido, fitinha ungida, vassoura ungida. O exagero foi tão grande que eu estive há pouco tempo no Mato Grosso e lá eu vi a grande campanha do shampoo do Sangue de Cristo para purificação da cabeça; e quem quisesse receberia a palmilha ungida para colocar no seu sapato. Veja a que ponto chegaram. Eu não sou contra o uso de simbolismos numa campanha evangelistica; também acho que os símbolos ajudam a materializar a fé das pessoas. Agora eu sou radicalmente contra os exageros, os descasos e a mediocridade de muitas pessoas que chegam ao extremo de transformarem seus cultos somente nestas baboseiras, transformando o sacrifício de Jesus apenas num ato histórico, sem nenhuma relevância espiritual.
Um símbolo pode ajudar? Sim. Mas o sacrifício de Jesus continua sendo soberano. E nós não dependemos destes artifícios para que um milagre aconteça em nossas vidas. Outro dia um sujeito (não posso chamá-lo de pregador do evangelho), realizando uma campanha evangelistica, pediu que o povo levasse um BIFE para igreja, é exatamente isto que você leu, UM BIFE DE CARNE BOVINA. Segundo ele através da sua oração a doença da pessoa passaria para o bife. Outro pregador eloqüentemente desafiava as pessoas a levarem terra para receber a oração da terra ungida que purificaria as suas vidas.
É profundamente lamentável este fato, mas coisas piores poderão acontecer se nós continuarmos supervalorizando estas atuações e deixarmos de lado a essência do evangelho que é o sacrifício de Cristo. Você se lembra da mania nacional que se tornou o combate à Nova Era, onde as pessoas deixaram de pregar o evangelho e se preocupavam somente em identificar e combater símbolos que promoviam este movimento. As pessoas se preocupavam exageradamente com a grife da roupa, com a marca do perfume, e até certos produtos de limpeza não podiam entrar em nossos lares, porque segundo eles promoviam o movimento da nova era. Meu Deus! Será que o sacrifício de Jesus é tão insignificante que nós cristãos estamos vulneráveis a um ataque do diabo através de um produto de limpeza que entra em nossas casas ou um perfume que a pessoa usa. Será que a presença de Deus em nossas vidas é tão pequena que somos vulneráveis a um camundongo da Disney chamado Mikey? Por este ponto de vista se um macumbeiro entrar no terreno da sua casa e implantar ali uma obra de feitiçaria, você está morto. Nós estamos delegando um poder ao diabo que não espelha a realidade bíblica.
Estamos supervalorizando o inimigo, e com isso invalidando o sacrifício de Jesus em nossas vidas através da nossa mediocridade. Num dos livros mais vendidos na atualidade, escrito por uma ex-satanista, a escritora conta à experiência que teve com o ataque de um espírito maligno em sua casa, segundo seu relato, depois de batalhar contra esta entidade em nome de Jesus, não tendo êxito, o Espírito Santo lhe dissera para ungir toda a casa com azeite, e com isto o inimigo teria que sair e não ousaria mais entrar. Será que uma unção com azeite é mais eficaz que o nome de Jesus numa batalha contra potestades. Neste mesmo livro eu percebi uma autoridade delegada ao diabo, antagônica as escrituras sagradas.
Preste atenção! A bíblia diz:

“Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” Tg 4:7

“Mas fiel é o Senhor, que vos confirmará, e guardará do maligno.” II Ts 3:3

O diabo é um inimigo derrotado. Ele foi vencido por Jesus na cruz do calvário.

“Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum.” Lc 10:19.

Queridos como pode um cristão, que é habitação do Espírito Santo estar vulneravel ao diabo porque usa uma camiseta, ou um perfume de uma determinada marca. Responda-me uma questão. Hoje você está usando roupas, certo? Quem me garante que esta roupa que você está usando neste momento, não foi fabricada por um macumbeiro? Quem me garante que o dono desta confecção não é um satanista? Você estaria vulnerável ao diabo porque está usando esta roupa? E o seu carro, quem o fabricou? Não pode ter sido um empresário a serviço do diabo? E o que dizer a respeito daquelas pessoas que possuem um automóvel utilitário chamado besta. Ou existe exceção à regra. Outra mania que tomou conta das nossas igrejas era a pregação contra a compra a prazo. Os defensores desta idéia pregavam eloqüentemente que o crente que comprasse a prazo ou usasse o cartão de credito, no dia do arrebatamento ficaria na terra, pois caso contrario quem pagaria suas dividas? Eu confesso que a compra a prazo nos dias atuais, com juros altíssimos, realmente não é um bom negócio, e eu não aconselho ninguém a comprar a prazo, mas isto está longe de ser associado à salvação.
Responda-me mais uma questão.
A luz que você usa na sua casa, você paga adiantado para Copel? E a água e o telefone que você usa? E se Jesus voltar antes do vencimento? Possivelmente a data do vencimento da sua conta telefônica não seja a mesma da minha. E ai como é que fica? Jesus voltará no vencimento da sua conta ou da minha? Ora, isto é um absurdo. É coisa de quem não tem o que inventar. E o que você me diz de uma comemoração de aniversário. Para os “modistas”, é idolatria. E os desenhos animados, como os da Disney ou os pokemons?
Meus queridos, isto é muito mais profundo que se possa imaginar.
O ataque do diabo não tem absolutamente nada a ver com a figura dos personagens, mais sim com as mensagens por eles transmitidas. Mas não adianta se preocupar com os desenhos e continuar assistindo as novelas, que estão encharcadas de mensagens destruidoras de padrões bíblicos, e o que dizer dos filmes que estão recheados de cenas de sexo e violência. Será que o diabo não está querendo tirar o foco das coisas realmente relevantes.
Você já percebeu que as pessoas levam profundamente a serio estas manias.
Se nós nos preocupássemos em levar a sério os verdadeiros padrões bíblicos que é o amor ao próximo, o respeito e a santidade, como levamos a serio estas manias, com toda a certeza teríamos resultados muito mais práticos em nossas vidas. Este tipo de coisa não produz mudança na vida de ninguém. Muito pelo contrario. Transforma os crentes, em radicais religiosos.
Meus queridos, eu não quero apenas combater esses conceitos, a minha intenção é denunciar esses exageros enormes que estão acontecendo e que estão chamando de pregação do evangelho. Você não é mais santo ou menos santo porque comemora uma festa de aniversario do seu filho, ou porque compra ou não a prazo. Santidade não tem absolutamente nada a ver com cumprimento de rituais ou abstinência de alguma coisa. Você também não esta sendo vitima de maldição nem tão pouco está vulnerável ao diabo porque você usa um perfume do boticário, ou uma camiseta de uma determinada marca. Você é lavado e remido pelo sangue do cordeiro. Você está debaixo da proteção de um Deus que é pai, e não legalista. Santidade não é deixar de fazer certas coisas.
Tem muita gente cumprindo determinações, mas não são santas aos olhos de Deus. O sacrifício de Jesus não vale nada, perde o valor, quando depositamos a nossa confiança em outras coisas a não ser em Jesus. Quando vivemos temerosos, com medo, com dúvida em relação a nossa posição em Deus. O sacrifício de Jesus perde o valor quando a religiosidade, os costumes, os modismos e as manias se tornam mais relevantes em nossas vidas que a cruz de Cristo.
Jesus morreu na cruz do calvário e este foi um acontecimento impar na historia da humanidade. Não foi um ato isolado, estanque e apenas histórico. Mais foi o mais significante dos acontecimentos, foi o marco da historia, e foi o decreto de liberdade do homem e da derrota do inimigo. Servimos um Deus verdadeiramente poderoso, que está conosco diariamente nos sustentando, nos protegendo e fazendo de nós criaturas semelhantes a ele.

“Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.” I Co 15:57

Autor: Pr. Luis Carlos Alves, Igreja do Evangelho Quadrangular do Jardim Vergínia em Curitiba – PR

domingo, 11 de julho de 2010

A passividade não é uma opção

Romanos 12.9-21

Podemos dizer que esse texto resume toda a Bíblia.
Por isso ele pode também ser chamado de “pequena bíblia”.
Ele mostra que a vida cristã é a pedra de toque da vida. É o que pode fazer a diferença.
Mas essa vida não é, nem nunca foi, passiva.
Veja as ações dos verbos do texto: apegar-se ao bem... sede fervorosos... perseverantes na
oração... alegrar-se... chorar... não vos vingueis a vós mesmos... vence o mal com bem...
Nós sempre podemos mudar o curso das coisas; acelerar processos; fazer a roda girar.
A vida cristã, para Paulo, era (e é) algo apaixonante.
Ele mostrou que a vida cristã genuína é marcante, vibrante, inspiradora e conquistadora.

O que é e o que não é a passividade
A passividade é quase sempre omissão.
A passividade atrai a condenação, pois é uma decisão.
A passividade é resultado do medo.
A passividade muitas vezes é até mesmo criminosa.
A passividade não é bíblica.
A passividade nada tem em Deus.

Deus é amor em ação!
Deus é como um fogo ardente, vibrando por seus valores.
A crise não pode ser uma desculpa para a inatividade ou para ir devagar.
A crise não pode ser motivo para nos deter. Ela é sempre uma oportunidade.
A Bíblia mostra que Deus ajuda quem usa pequenos instrumentos ou utensílios.
Não foi com uma funda que Davi derrubou um urso, um leão e, por fim, o Golias?
Comecemos pelo pensamento. O pensamento convencional não funciona.
Necessitamos de ações ousadas e grandes idéias.
Necessitamos da palavra rhema, de algo fresco de Deus.

Conclusão
Estamos realizando a igreja de nossos sonhos.
Mais do que isso: a igreja dos sonhos de Deus!
Temos que ser pragmáticos, isto é, sábios e equilibrados; acima das ideologias.
Precisamos ser eternamente otimistas, mas não bobos.
O que importa é que as coisas funcionem, essa é a mudança.
Necessitamos realizar um trabalho racional, criativo e eficaz; que possamos fazer o trabalho andar e depois nos retirarmos para um segundo plano, pela chegada dos novos líderes.
Precisamos ser ativos, frutíferos, e estar sempre crescendo em Cristo (2 Pe 1.5-8).
Qual é o nosso trunfo? A palavra de Deus; a palavra rhema de Deus; a palavra temperada,
aliada a ousadia de agir.

Autor: pr. Osman Sales, líder da MCN.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Canção do Apocalipse - Diante do Trono

Menos de mim...


O que temos de Pedro em nós


O apóstolo Pedro era um homem de características fortes, com personalidade sanguínea (impulsivo, exagerado, falava antes de pensar). Homem de contrates, mudava de um extremo para o outro rapidamente. Ora se deixava usar por Deus, ora dava lugar ao inimigo. Vejamos esses exemplos: (i) Ao lavar os pés dos discípulos Jesus se aproximou de Pedro e ele disse: Nunca me lavarás. Jesus respondeu: Se eu não te lavar os pés não tens parte comigo. E ele logo falou: Senhor, não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça. (ii) Quando Jesus caminhou sobre o mar, indo se encontrar com os seus discípulos que estavam no barco, eles temeram pensando ser um fantasma. Então Pedro disse “Senhor se és tu me manda ter contigo” e Jesus disse: “vem”, e Pedro andou sobre as águas. Mas reparando na força do vento teve medo e começou a afundar. (iii) Quando os soldados chegaram para prender Jesus ele tomou uma espada e cortou a orelha de um soldado, mas Jesus interveio e sarou a orelha do soldado. Pedro foi chamado por Jesus para ser seu discípulo, mas falhou muitas vezes e até o negou. Imagino como ele deve ter constrangido Jesus em alguns momentos por ser impulsivo ou por falar e agir sem pensar. Nessa passagem que lemos Jesus diz para Pedro que Satanás pediu para peneirá-lo como trigo, mas que rogou por ele. E Jesus revelou que Pedro ainda não tinha se convertido. “Tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos”. Pedro ainda quis posar de bom discípulo dizendo para Jesus: “Senhor, estou pronto a ir contigo, tanto para a prisão como para a morte”. E Jesus, que conhece os pensamentos e os corações, disse: “Afirmo-te, Pedro, que, hoje, três vezes negarás que me conheces, antes que o galo cante”. Jesus sabe quem está pronto e quem não está. Nós não sabemos. A Bíblia diz que enganoso é o coração do homem e desesperadamente corrupto. Portanto, olhando para Pedro, será que achamos algo dele em nós? Vejamos alguns pontos sobre Pedro para a nossa reflexão.

Pedro agia conforme as circunstâncias
Pedro foi apresentado a Jesus por seu irmão André. Quando Jesus olhou para ele disse: “Tu és Simão (aquele que ouve), o filho de João; tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro)”. Jesus falou desde o início da transformação desse homem. “Você será chamado pequena pedra”. Mas durante sua caminhada com Jesus Pedro agia conforme as circunstâncias. Lc. 5.1-11 Pedro, Tiago e João tinham passado a noite pescando sem conseguir resultado e quando estavam lavando as redes, então Jesus mandou que lançarem novamente as redes ao mar e eles apanharam muitos peixes, quase afundqneo o barco. O Senhor disse que a partir daquele momento seriam pescadores de homens, e eles, deixando tudo, seguiram Jesus. Mt 19.27 Pedro falou para Jesus: “Eis que nós tudo deixamos e te seguimos; que será, pois de nós?” Interesseiro! Mas o que era esse tudo que ele deixou? O seu trabalho de pescador, apenas, porque não deixou mulher, nem casa, nem a sogra ele deixou (Lc. 4.38,39). Mt 16.16 Pedro declara que Jesus é o Filho do Deus vivo. Nesse momento ele foi usado por Deus (v.17). Mas no momento seguinte, quando Jesus falou da Sua morte e ressurreição, ele chama Jesus à parte e o repreende. Jesus na mesma hora disse: “Arreda, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim dos homens”. (v. 23). Pedro era imprevisível e inconstante. Ele não tinha um padrão de comportamento equilibrado. Era o tipo de pessoa que reagia diferente nas situações que surgiam. No Getsêmani, cortou a orelha do soldado. Sanguíneo, se irava com facilidade. A situação era tensa, Jesus estava sendo preso e Pedro dando mais trabalho para ele. Jesus curou o ferimento no soldado. E Pedro, o que fez? Seguiu Jesus de longe e negou Jesus três vezes, antes de cantar o galo. Porque ele negou Jesus? Porque não estava completamente comprometido, seu propósito não era firme, sua fé não era firme e teve medo de ser preso e de morrer. Pedro era emocionalmente instável. As circunstancias não podem pautar a nossa vida. Nós não podemos agir adequadamente somente quando as coisas forem favoráveis, porque temos que enfrentar mais situações ruins do que favoráveis. Essa é a nossa luta. Temos que ser firmes, constantes, previsíveis.

Pedro precisou ser confrontado
Lc. 22.59-62 Foi com certeza uma cena muito forte! O galo cantou e Jesus olhou fixamente nos olhos de Pedro. As palavra de Jesus soaram nos ouvidos de Pedro como nunca antes. Ele ficou muito triste e chorou amargamente. Sentiu a dor que causou a Jesus! A dor do seu pecado. Ele mentiu, negou o Seu Senhor. Rejeitou todos os momentos que passou ao lado de Jesus quando o negou. Imagino como ele ficou mal por ter sido covarde, ingrato, infiel. Que grande besteira ele fez! Esse choro amargo foi de arrependimento. Como estava arrependido! Lembrar do olhar de Jesus e das suas palavras foi o grande confronto para Pedro. Ali a máscara caiu! Ele não poderia mais falar sem pensar. Não poderia mais exagerar para chamar a atenção. Chegou o momento de converter! (v.32). Conversão é mudar de direção. No grego é metanóia: mudança de mente, de comportamento. O confronto foi a oportunidade para ele mudar de vida. Pedro não poderia ser mais como antes (impulsivo, egoísta, soberbo, interesseiro, inconstante, covarde, ingrato, infiel, mentiroso). Teria que ser um homem firme, constante, fiel, verdadeiro. Um novo homem. Ele entendeu isso. Entendeu que precisava ser moldado. Muitos estão com suas mentes cauterizadas, acostumados com o pecado que nem dói o fato de pecar contra o Senhor. Mentem com facilidade, usam de artifícios para enganar e passar por “certinhos”. Podemos esconder nossos pecados de outras pessoas. Podemos até enganar a nós mesmos, achando algum raciocínio para justificar os nossos próprios pecados. Mas jamais esconderemos o nosso pecado de Deus. Ele vê tudo, e julgará a todos.

Pedro amadureceu depois das provas
Depois de passar por essas provas Pedro amadureceu. Uma das passagens mais conhecidas sobre Pedro é quando Jesus lhe pergunta por três vezes se ele o ama. Jesus perguntou se esse amor era o amor de entrega, de renúncia, o amor que Jesus demonstrava. Mas Pedro, respondeu que amava com um amor inferior. Não foi arrogante, não foi soberbo, foi sincero. E Jesus disse para ele cuidar das Suas ovelhas, ou seja, cuidar das pessoas. E usando o texto principal dessa palavra, Jesus estava dizendo para ele: “fortalece os teus irmãos”. Depois que Jesus subiu ao céu, Pedro tomou outra postura. Levantou-se como um grande líder de Deus. Ele identificou a necessidade de completar a equipe de 12 e promoveu a escolha de Matias. Em um só dia quase três mil pessoas se converteram com a pregação de Pedro. Ele foi usado tremendamente usado por Deus e foi preso por pregar a mensagem de Jesus, discerniu o espírito maligno que estava por trás de Ananias e Safira, demonstrou amor ao pregar aos gentios (Cornélio). Pedro foi moldado pelo Espírito e se transformou num verdadeiro líder.

Conclusão
O que temos de Pedro em nós? Será que o temperamento e o comportamento dele antes da real transformação? Será que temos agido conforme as circunstâncias e deixado o nosso eu prevalecer? Será que dizemos que somos discípulos de Jesus, mas o negamos? Quantas vezes agimos sem pensar, falamos o que vem à nossa mente e por isso magoamos, ferimos as pessoas que amamos. Quantas vezes somos impulsivos e pecamos! Deus não se agrada de vida de aparência e de mentira. O olhar de Jesus está sobre nós. Ele olha fixamente para nós. Ele sabe se o negamos com palavras, com pensamentos, com posturas. Pedro recebeu misericórdia e teve a oportunidade de ter uma vida diferente e da mesma forma, o Senhor nos oferece uma vida diferente.

Autora: pra. Silvia Sales Marinho, líder da MCN.

Fonte: www.mcn12.com.br