sábado, 11 de agosto de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Valores que não podem ser negociados
Sabei, pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou
avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus. Efésios 5.5
Ainda que não sejamos moradores
efetivos do Reino de Deus, nós já partilhamos de seus valores. Conforme
aprendemos que não fazemos parte deste mundo, apesar de nele habitarmos, vemos
que os princípios da Palavra devem ser a ocupação de nossos corações.
Contudo, o pecado insiste em
assediar a mente dos cristãos, por mais que estejamos há um bom tempo na vida
cristã. Diante dele, temos sempre a opção de ceder ao que nossa carne anseia ou
fugir daquela proposta e manter-se isento de qualquer culpa diante do Senhor.
Não é demais ressaltar que quando
nos declaramos cristãos, assumimos o compromisso de viver como pessoas que evitam
a todo custo cometer falhas. Note-se que não disse que somos infalíveis.
Enquanto permanecermos sem o corpo glorificado, é impossível que não venhamos
deixar de pecar. Mas podemos nos abster de cair em tentação na maior parte das
vezes, afinal temos livre-arbítrio.
Os pecados cometidos
conscientemente denotam pouco caso em viver a vontade de Deus, em separar-se do
mundo e viver consagrado ao Senhor. Eles não trazem consequências imediatas,
mas destroem a vida espiritual do crente a longo prazo. Chegam inclusive a
impedir que a pessoa tenha acesso ao Reino de Deus, caso não abandonem a
prática do pecado.
As promessas de Deus em nossas
vidas não podem ser trocadas por um guisado com lentilhas. Não negocie os
valores do Reino. Disponha-se a buscar e ter apenas o que provém do Senhor.
Por Diego Cesar
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Agradeço a... Deus!
Testemunhei um fato curioso nesta tarde: uma senhora humilde acompanhada de sua filha agradecendo pela mão de Deus agir sobre a vida dela. Ao ouvir isso, fico pensando se é preciso passarmos por dificuldades para reconhecer que o Senhor sempre agiu em nosso meio.
Quando estamos em situação confortável, dificilmente temos “tempo” para render louvores a Deus por Sua misericórdia sobre cada um de nós. Porém, ao passar pelo menor problema, recorremos ao Senhor e contamos com Ele para ouvir nossas lamúrias.
Aprendemos que é necessário louvar ao Senhor em todo tempo. E isto significa que é nos momentos maus e bons que nosso coração deve entregar adoração ao Pai. Tudo o que temos e o que somos não é por mérito pessoal, mas pelo que Deus trouxe até nós através de Sua graça.
Que eu possa aprender com aquela senhora a reconhecer a mão de Deus sobre minha vida. Que nós possamos render graças a Deus a todo tempo.
Por Diego Cesar
sábado, 23 de junho de 2012
Desfrutando da Graça
Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dEle, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas. Efésios
2.8-10
A
Graça de Deus não pode ser mensurada. Ainda que
vivêssemos em meio ao pecado, o Senhor decidiu nos amar. E isso
fez toda a diferença. Quando alguém decide agir num
determinado sentido, todas as suas atitudes concorrerão para
aquele alvo pretendido.
E
Deus assim o fez: enviou Seu único Filho para morrer por
nossos pecados, a fim de que possamos desfrutar de Sua presença
incondicionalmente.
A
Graça, como bem sabemos, é um favor imerecido. Deus
escolheu concedê-la sobre nossas vidas, como prova irredutível
de Seu amor.
Quanto
a nós, o que caberia fazer? Há algum método para
retribuir tal Graça derramada? Simplesmente não. Aos
filhos de Deus viver sob este presente concedido pelo Pai.
Viver
a Graça mais é do que demonstrar fé num Deus que
coopera em favor daqueles que O amam. E amar a Deus prefigura também
que deixemos de praticar coisas que o desagradam.
Se
for para fazer algo, que seja aprimorar aquilo que Deus já nos
concedeu: a vida em Sua presença.
Por Diego Cesar
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Diferentes, porque não somos do mundo
Porque nós não estamos, como
tantos outros, mercadejando a Palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos
na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus. 2
Coríntios 2.17
Hoje é difícil ser um cristão
convicto de sua cristandade. As pessoas preferem esconder-se sob um rótulo de
neutralidade ao invés de posicionarem-se com firmeza de caráter diante das
afrontas à fé que recebem. Há quem prefira imitar Pedro [no momento em que foi
indagado se era ou não discípulo de Jesus] e negar as suas convicções diante da
multidão.
Curioso observar que um sistema
bem conhecido por nós, chamado “mundo”, não titubeia em ditar suas normas e
apoiar o padrão de vida que ele julga coerente para manter-se em voga. Por quê
então alguns cristãos não mostram o que vivem de maneira mais explícita a quem
está ao redor?
O apóstolo Paulo exorta nesta
passagem qual o proceder que devemos desenvolver: o de filhos que demonstram a
sinceridade com a qual recebem as bênçãos do Pai.
Não precisamos carregar no bolso
um discurso evangelístico requintado e sacá-lo toda vez que encontrarmos
alguém. Basta testemunharmos aquilo que Deus tem feito por nós, demonstrar que
Ele é real em nossas vidas. Simples, não?
O que precisa deixar de acontecer
por nossa parte é o “medo” de ser cristão. Se aquilo que temos é
reconhecidamente obra de Deus, nada mais justo que entreguemos a Ele o crédito
pelo que tem feito.
Afinal, ter um discurso cristão de
“conveniência” é fácil. Difícil é ser um a todo tempo. E o Senhor nos capacita
para sermos filhos em tempo integral.
Por Diego Cesar
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Cientista cristão publica livro afirmando ter provas do dilúvio relatado pela Bíblia
O diretor do Centro Científico de Criação, no Estado do Arizona, Walt
Brown, publicou recentemente a oitava edição de seu livro “In the
Beginning: Compelling Evidence for Creation and the Flood” (No
Princípio: Evidências da Criação e do Dilúvio).
Brown é formado pelo Instituto Militar de Ensino Superior de West
Point, tem um Ph.D. em Engenharia Mecânica pelo Instituto de Tecnologia
de Massachusetts, é membro da National Science Foundation, atuou como
professor titular da Academia da Força Aérea e foi chefe de Estudos
Científicos e Tecnológicos no Air War College.
Antigo defensor do evolucionismo, Brown hoje se dedica a pesquisar e
escrever sobre os aspectos científicos dos relatos de Gênesis. Em sua
obra ele apresenta dados e defende a teoria do “hydroplate”. Através
dessa teoria ele procura comprovar que a Terra apresenta características
geológicas de que possui apenas 5.000 anos e que os fósseis comprovam
isso.
“Na crosta terrestre pré-dilúvio havia mares superficiais e mares
subterrâneos. No entanto, nem toda a água subterrânea subiu para a
superfície durante o dilúvio”, afirma o cientista, que argumenta que os
terremotos até hoje fornecem evidências de que ainda existem oceanos de
água sob a crosta.
Segundo ele, os canais subterrâneos de água podem transmitir
rapidamente milhares de quilômetros de ondas de choque a partir do
epicentro. Brown explica que os feitos dessa transmissão são
evidenciados em torno dos lagos, onde a crosta é mais fina. Se as ondas
de choque atingissem rocha sólida, em vez de água, os efeitos do
terremoto nunca iriam se estender a grandes distâncias, como vemos
muitas vezes.
“Ásia, Europa, África e as Américas eram um bloco único de Terra, no
que é agora o Oceano Atlântico”, afirma Brown, acrescentando que foi
essa “ruptura” que separou os blocos de terra que hoje chamamos de
continentes.
Segundo a teoria do cientista, tal processo teria empurrado o eixo do
planeta, causando mudanças bruscas, o que explicaria como restos de
animais e plantas tropicais puderam ser encontrados no alto de montes
onde hoje existe neve perpétua.
De acordo com o site americano WND, o cientista afirma em seu livro
que a explicação evolucionista de que cometas, asteroides ou atividade
vulcânica provocaram a extinção dos dinossauros é falha. Segundo ele,
apenas uma inundação mundial teria o poder de causar esse “enterro em
massa”, fossilizando os animais.
Fonte: Gospel+
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Estudo aponta que 1 em cada 3 cristãos não vivem os ensinamentos de Cristo
Uma pesquisa realizada por R. Brad White, fundador do Changing The
Face of Christianity (Mudando a Cara do Cristianismo), aponta forte
crescimento no número de cristãos “nominais”, também chamados “não
praticantes”. “Os resultados são preocupantes, porque 1 em cada 3
autoproclamados cristãos admitem que raramente vivem os ensinamentos de
Jesus Cristo”, afirmou o pesquisador.
White completou ainda: “Nossa missão é reverter os estereótipos
negativos dos cristãos para ajudar os cristãos a serem mais
comprometidos com Jesus Cristo. E assim nosso objetivo é transformar
estes cristãos em cristãos espiritualmente maduros que caminhem e
representem melhor nossa fé ao mundo”.
Divulgada na semana passada, a pesquisa é resultado de testes de auto
avaliação anônima, que pediu aos cristãos para dizer como eles agiriam
aos dilemas da vida. A pesquisa foi divulgada pela Changing The Face of
Christianity, que é uma organização de educação cristã sem fins
lucrativos.
Através das respostas do teste, a organização procurou determinar se
os entrevistados estavam “longe de Cristo”, se estavam agindo como “os
cristãos mundanos” ou como “bom cristão”, ou se estavam sendo “cristãos
espiritualmente maduros”.
Segundo o Noticias Cristianas, a investigação começou em 2011, e os
resultados iniciais indicavam que um em cada quatro foi classificado
como “cristãos mundanos” ou “cristãos apenas no nome”, como a
organização os descrevia, mas agora, os resultados mais recentes mostram
que o número aumentou de 23,7 % a 30,9% – ou seja, quase 1 em cada 3
agora “cristãos são mundanos”.
Nas outras três categorias o estudo classificou, entre os 1500
entrevistados, apenas 2,9% como “longe de Cristo”, 38,5% como “Bom
Cristão”, e 27,8% foram classificados como “cristão espiritualmente
maduro”.
Fonte: Gospel+
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Teólogos lançam livro tentando conciliar as idéias do cristianismo ao evolucionismo científico
Um grupo de estudiosos do Departamento de Teologia da Pontifícia
Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) lançou pela Editora
Paulinas o livro “Fé cristã e pensamento evolucionista”, que relaciona a
fé cristã às idéias defendidas pelo evolucionismo.
Organizada pelos professores doutores Alfonso Garcia Rubio e Joel
Portella Amado, do Círculo do Rio, a obra é composta de dez capítulos,
através dos quais teólogos e teólogas católicos e evangélicos, trabalham
temas dos diálogos da teologia da criação com o evolucionismo, como a
onipotência de Deus.
De acordo com Rubio, padre diocesano espanhol radicado no Brasil
desde 1959, a proposta do livro é superar a tensão entre a teologia da
criação e a perspectiva evolucionista, demonstrando as proximidades
existentes entre as duas linhas de pensamento, possibilitando perceber
as angústias que perpassam cientistas e teólogos.
Os autores buscam mostrar porque a perspectiva teológica
fundamentalista rejeita o evolucionismo, teme aceitar a evolução e com
isso perde ricas possibilidades de aprofundar a fé. Segundo a ALC, o
livro revisa conceitos, retoma dados dos relatos da criação e estabelece
proximidades, estabelecendo a legitimidade das perspectivas e ajuda a
superar conflitos entre as visões da ciência e da fé.
Rubio afirma que a proposta teológica da obra vem de uma preocupação
com o empobrecimento e as limitações da radicalização que as duas
perspectivas geram para uma antropologia adequada. Ele afirma ainda que a
obra rejeita a setorização e integra visões que resgata percepções mais
enriquecidas da condição humana, e ressalta que a ciência e a teologia
não devem estar contrapostas.
Fonte: Gospel+
sexta-feira, 1 de junho de 2012
E se eu fosse cristão de verdade?
O que você espera ser enquanto cristão? Não me refiro às possibilidades ministeriais. Não é a prioridade desse post saber se você almeja ser pastor(a), membro do ministério de louvor ou um simples ocupante de banco dominical. Preocupo-me com o tipo de vida que você tem levado, as atitudes que toma e as consequências que assume para si mesmo e para os outros.
Quando desenvolvemos o caráter de discípulos de Cristo, percebemos que Ele não almeja somente nossa conversão. Jesus almeja construir um relacionamento de intimidade conosco. Da mesma forma, não são momentos pontuais de quebrantamento que tocam o coração de Deus, mas uma vida de entrega e adoração a Ele.
Nessa abordagem cristã, não podemos nos deixar levar pelos interesses mesquinhos do coração de sermos sempre os melhores em algo na igreja: o melhor ministro, o melhor músico, o melhor líder. O que precisamos é nos tornarmos os servos de Deus mais dispostos a fazer a Sua vontade.
Afinal, a obra é do Senhor. Ele é quem deve ditar os passos de nossa vida. E não o contrário. Há quem prefira intervir no nível em que Deus age nas diferentes esferas do ser: emocional, profissional, lúdica, etc. Quanto a uma pessoa que age assim, dificilmente se tornará tudo aquilo ao que tem potencial de ser.
Deus completa Sua obra em discípulos. Naqueles que se dispõem em aprender os Seus caminhos e viver a Sua vontade.
Por Diego Cesar
domingo, 27 de maio de 2012
Israelenses descobrem joias de 3.000 anos escondidas em Megido
Foram encontradas, por arqueólogos israelenses, joias de 3.000 anos numa vasilha de cerâmica na cidade de Megido, localizada ao norte de Israel.
Especialistas da Universidade de Tel-Aviv afirmam que a abundância de ouro e a presença de certas pedras semipreciosas sugerem uma influência cultural e econômica egípcia sobre os moradores da cidade.
Segundo a matéria publicada na Folha.com, não se sabe exatamente quando Megido passou a fazer parte do reino de Israel. Mas sabe-se que a cidade fazia parte de uma rota-chave entre a Síria e o Egito.
“Esse papel estratégico também fomentou batalhas, como a que levou à morte do rei israelita Josias em 609 a.C. (que pode ser vista em 2 Crônicas 35.20-24)”, declarou Reinaldo José Lopes, da Folha.com.
Fonte: Gospel+
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