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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Igreja cria clube de lutas em seu templo e usa treinos de MMA como forma de evangelismo

O uso de práticas esportivas como forma de evangelismo é cada vez mais comum nas igrejas cristãs, e as mais diversas artes marciais tem ganhado cada vez mais espaço nos programas esportivos das igrejas. A iniciativa mais recente é o “clube de lutas” criado pela igreja Freedom Fellowship na Virgínia, Estados Unidos.
A ideia de criar o clube veio do pastor Preston Hocker, que afirma acreditar “que as artes marciais podem levar as pessoas a Jesus”. A ideia foi logo aprovada por seu pai e líder da igreja, pastor Rick Hocker.
- Quando Preston surgiu com a ideia de ter um clube de luta na igreja, era uma coisa fácil de dizer ‘sim’ – afirmou Rick Hocker.
Segundo a ABC News, o clube de lutas da igreja Freedom Fellowship tem como membros, em sua maioria, os mais velhos; mas também inclui jovens como Connor Myers, de 17 anos, que afirma que a formação de artes marciais mistas o ajudou a superar os problemas com bullying.
- É engraçado, porque quanto mais eu luto, menos quero brigar. Quando as pessoas me dizem coisas duras, eu não quero mais bater nelas de volta. Eu percebi que eu tenho autocontrole – afirmou o jovem.
Apesar de ser uma prática cada vez mais comum, a adoção do MMA por ministérios cristãos ainda motiva uma grande polêmica, e é alvo de muitas críticas, como as do padre John Duffell, que não concorda com o uso das lutas como meio de divulgar o evangelho.
- Você não pode usar valores não evangélicos para revelar os valores do evangelho. Nada sobre o evangelho é revelado por meio do vale-tudo – afirmou Duffell.
Porém, defensores das lutas como o pastor Preston Hocker afirmam que tais críticas são motivadas por ignorância quanto ao assunto.
- Eu acho que a maioria das pessoas que me criticam ou criticam lutadores cristãos em geral, ou não entendem o esporte ou não entendem Jesus – declarou Hocker.
- Quando ele começou a se mover em direção a luta, eu sabia que ele iria usar isso para trazer glória e honra ao Senhor Jesus – afirmou seu pai, o pastor Rick Hocker.
Fonte: Gospel +

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Futebol americano e Evangelho juntos em Brasília

Na capital federal, existiam apenas dois times de futebol americano, o Brasília V8 e Tubarões do Cerrado. Entra na área agora um terceiro grupo, completamente diferente dos demais, chamado Leões de Judá. Este é o primeiro time de cunho religioso do país, eles misturam bem a religião e o esporte.
Antes de todos os treinos, uma concentração nada comum, eles se reúnem em um templo religioso para celebrar um culto a Deus com oração e adoração. Mas não para por ai, nos campos a devoção ainda continua, mas dessa vez, com um treino pesado. A equipe considera que lugar de evangelismo não é apenas dentro da igreja, mas em todos os lugares, e porque não no campo?
Cada jogador tem sua posição estratégica no jogo, e o técnico usa como motivação os termos: “Marchando”, “vamos para terra prometida”, “adorando a Deus”, entre outros. A equipe surgiu no ano passado, graças a uma brincadeira. Diego Marcos, um dos jogadores conta que tudo começou em um retiro de carnaval, “um colega chegou em mim com uma bola e me convidou para jogar, chegando no final  ele me convidou para montar um time cristão, e eu nem pensei duas vezes, aceitei”.
Hoje o time é composto por quase 100 atletas e ser evangélico não é um pré-requisito para fazer parte do time. “A gente prega que não importa sua religião ou sua crença, o que importa é que você está aqui lutando para melhorar como uma família” afirma Glenio Lineman.
O jogo e as regras são levadas muito a sério, é como se fosse um templo e cada jogador um mensageiro. Falar palavrões ou provocar o adversário, não é permitido e a penitência para os que quebram a regra é “pagar flexões”, mas com um pequeno detalhe, todo o time “paga” junto. Para os jogadores, existe vantagem na penitência, pois além de condicionar o atleta influência os demais a respeitar o time.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

“Igreja do Videogame” monta stand de evangelismo em feira e distribui Bíblias

Uma igreja dedicada a fãs de videogame usou a E3, uma conferência anual sobre tecnologias, jogos e lançamentos na área, para fazer evangelismo, e a iniciativa chamou a atenção da imprensa mundial.
A GameChurch (ou “Igreja do Videogame”, numa tradução livre para o português), montou um estande na feira realizada em Los Angeles para distribuir camisetas, broches, adesivos e até uma Bíblia temática de games: “Nós fundamos a igreja quatro anos atrás porque achávamos que faltava religiosidade no mundo dos games”, conta Brian Buffon, líder da igreja.
O exemplar da Bíblia distribuído pela GameChurch traz uma foto de uma ilustração de Jesus com um controle de videogame na mão, e no conteúdo, algumas passagens bíblicas de verdade, acompanhadas de comentários carregados de humor. “Pense o que aconteceria se Jesus estivesse no século 21. Ele não estaria tomando um café ou deixando seus cabelos voarem a bordo de um Mercedez-Benz conversível. Ele estaria se divertindo, jogando dominós, sinuca ou mesmo dardos”, diz um dos comentários.
Buffon ressalta que na GameChurch não há restrições de jogos para os “fiéis”:  “Não importa de que jogo você goste, o fato é que games são um meio envolvente com capacidade para contar histórias, provocar sentimentos e refletir sobre a natureza humana”, argumenta.
O líder nerd/religioso diz ainda que “prefere os jogos independentes”, porém sem explicar o motivo de seu gosto pessoal desprezar títulos celebrados pelos fãs de videogame, como Call of Duty, Grand Theft Auto V, Watch Dogs e outros.
Embora o estande da “Igreja do Videogame” não tenha nenhum console, a iniciativa se propõe a espalhar o conceito real de igreja, que é reunir pessoas, diz Buffon: “Os games têm o poder de conectar pessoas e nossa igreja prega isso. E que todos se divirtam para todo o sempre. Amém”, afirmou o líder nerd.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Pesquisador elabora lista com 11 razões do por que pastores são vistos como menos confiáveis hoje em dia

Muitos escândalos de pastores são colocados sob a luz de holofotes hoje em dia, o que faz boa parte do rebanho nutrir uma certa desconfiança quanto à idoneidade dos líderes religiosos.
A partir dessa constatação, o centro de pesquisa cristão Pew Research elaborou um levantamento para entender o motivo de o crédito dos pastores estar tão baixo junto aos fiéis, e constatou que o índice de confiabilidade dos mesmos caiu 37%.
No relatório do estudo, onze razões foram apontadas como motivo de descrédito para os homens que antes, eram admirados e respeitados tanto por quem professa a fé cristã, quanto por quem não é religioso.
Confira a lista de motivos apurados pelos pesquisadores:
1 – As falhas morais de uma minoria de pastores recebem ampla cobertura. A mídia adora as histórias sensacionais por trás de cada falha desses líderes
“Histórias de abuso sexual, por exemplo, devem ser trazidas aos olhos do público. Mas muitas pessoas agora acreditam que o mau comportamento de alguns é norma entre os pastores”, disse Thom S. Rainer, pesquisador e colunista do Charisma News.
2 – A sociedade tem marginalizado a fé cristã
Nesse cenário “não deve ser inesperado que os líderes do mundo cristão sejam vistos de forma mais negativa”, disse Thom.
3 – Menor tempo de mandato pastoral à frente das congregações. A média de tempo que os pastores ficam junto a uma comunidade caiu significativamente ao longo das últimas décadas
“A confiança é construída ao longo de vários anos, e não dois ou três anos. Cada vez menos pastores ficam numa igreja por vários anos”, analisou o pesquisador.
4 – Alguns membros da igreja adotam uma postura de propriedade sobre a igreja
“Eles veem a congregação local como um lugar para atender suas necessidades e desejos, ao invés de servir e dar. Se essas necessidades e desejos não forem atendidos, o pastor muitas vezes se torna o foco e passa a ser visto como culpado”, ponderou Thom.
5 – Redes sociais incentivam a crítica irresponsável
“Há muitas coisas louváveis sobre as mídias sociais. Na verdade, eu sou um usuário assíduo delas. Porém, elas também são um meio para os críticos sem voz expressarem sua opinião sobre pastores (e outros), sem reflexão ou consequências”, constatou o pesquisador.
6 – Alguns pastores possuem uma ética de trabalho abaixo da esperada
“A maioria dos pastores são exatamente o oposto: eles lutam duro em seu trabalho. Mas os poucos pastores que são preguiçosos e têm pouca responsabilidade machucam a percepção que as pessoas sobre os outros pastores”, exemplificou Thom.
7 – Pastores são muitas vezes os bodes expiatórios para o medo de mudança
“É clichê dizer que o mundo está mudando rapidamente. Muitos membros das Igrejas gostariam que suas igrejas permanecessem na mesma o tempo todo. Essa realidade não é possível, e o pastor é muitas vezes o bode expiatório para o desconforto que vem com a mudança”, disse Thom, fazendo uma análise comportamental dos fiéis.
8 – A sociedade se tornou mais cínica
“As razões por trás dessa realidade são muitas. Mas congregações e seus líderes não estão imunes a este cinismo generalizado e difundido na sociedade que parece estar crescendo”, lamentou.
9 – Há falhas de alguns pastores em duas áreas principais: liderança e inteligência emocional
“Alguns pastores estão bem preparados biblicamente e teologicamente. Mas alguns não foram ensinados sobre liderança e habilidades interpessoais saudáveis”, observa Thom.
10 – Há expectativas mais elevadas hoje para pastores que se consideram competentes e dinâmicos
“Isso se estende até mesmo aos líderes. Mas como observei no ponto anterior, alguns pastores não têm preparação para serem líderes de igrejas”, acrescenta o pesquisador.
11 – Cada vez mais igrejas estão fechando suas portas
“Estimo cerca de 100 mil igrejas na América estão morrendo. Muitos vão fechar suas portas nos próximos anos. Muitos dos pastores destas igrejas são responsabilizados por esta ‘doença’”, finalizou Thom S. Rainer.
Fonte: Gospel +

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Perseguição religiosa: número de cristãos mortos por causa da fé dobrou em 2013

Os números da perseguição religiosa contra cristãos confirmam a impressão de que aumentou a “caça” aos seguidores do Evangelho. Um relatório da Missão Portas Abertas nos Estados Unidos diz que os cristãos assassinados por causa da fé em 2013 foram o dobro dos que perderam a vida em 2012.
Os mártires em 2013 somam 2.123, contra 1.201 registrados em 2012, de acordo com informações do jornal O Estado de São Paulo. Do total, 1.213 cristãos foram mortos somente na Síria, país que atravessa grave crise institucional e vive uma guerra civil. Lá, os rebeldes acusam, condenam e executam cristãos que considerem apoiadores do contestado presidente Bashar al-Assad.
“Essa é uma contagem bastante mínima baseada no que foi relatado na mídia e que podemos confirmar”, comentou Frans Veerman, diretor de pesquisas para a Portas Abertas, fazendo referência ao levantamento de outras entidades cristãs que estimam o número de mártires do Evangelho em mais de oito mil somente em 2013.
Para Frans, “o extremismo islâmico é o pior perseguidor da Igreja mundial”. A Portas Abertas relatou um significativo aumento da violência contra cristãos no continente africano, onde os muçulmanos radicais têm impetrado ataques violentos com maior frequência.
A Coreia do Norte é considerada pela Missão Portas Abertas como o país que exerce “a mais alta pressão imaginável” contra cristãos, e estima que cerca de 50 a 70 mil fiéis vivam em campos de trabalho forçado para presos políticos. O país ocupa o topo da lista de nações que são vistas como as mais perigosas para o cristianismo, seguida de perto por Somália, Síria, Iraque e Afeganistão.
Fonte: Gospel +

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Novo estudo científico confirma Gênesis: a vida humana teve origem no barro

A narrativa bíblica para o surgimento da vida humana na Terra explica que Deus formou o homem a partir do pó da terra, soprando o fôlego de vida em suas narinas após concluir o corpo.
Cientistas da Universidade de Cornell, em Nova York, acabam de revelar uma descoberta que vai no mesmo sentido do Gênesis. De acordo com seus estudos, alguns tipos de argila facilitaram a formação de moléculas orgânicas que possibilitam a vida no planeta.
A notícia, veiculada pelo RT News, informa ainda que a argila contém alumínio, silício e oxigênio, compostos minerais que teriam contribuído na formação de uma substância chamada “hidrogel”, um polímero que forma um conjunto de espaços microscópicos que funciona como uma esponja, capaz de absorver líquidos originários nas reações químicas da síntese de proteínas que ocorrem no DNA e nas células vivas.
"Nós sugerimos que nas origens da história geológica, o hidrogel exerceu uma função de confinamento das biomoléculas, catalisando a reação bioquímica", declarou o professor de engenharia biológica e ambiental Dan Luo, pesquisador da Universidade de Cornell.
Seu estudo se estendeu ao teste da hipótese levantada teoricamente, e usando hidrogéis sintéticos com aminoácidos, enzimas e material celular formando o DNA que codifica a proteína, chegou à conclusão de que esta substância pode ser gerada em condições naturais da argila.
Os testes revelaram ainda que os hidrogéis formados da argila podem ser uma alternativa segura e protegida para moléculas orgânicas, prevenindo a sua degradação por influência externa, até que a membrana que envolve as células vivas seja desenvolvida o suficiente para criar a “sopa primordial” e proporcionar o surgimento da vida.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Arqueólogos descobrem adega israelita de 3.700 anos

Arqueólogos da Universidade George Washington fizeram uma grande descoberta ao escavar uma região ao norte de Israel, conhecida como Canaã. Lá, eles desencavaram 40 jarras de vinho bem preservadas que datavam de 3.700 anos atrás.
“Esses provavelmente não eram os vinhos correntes, do dia a dia. Provavelmente eram caros. Talvez tenham sido usados por um rei”, aponta o professor Eric Cline, um dos diretores da escavação. Os jarros foram encontrados em uma sala que aparentemente era usada como adega e análises químicas mostram que vinho era guardado lá, provavelmente um lote real, caracterizado por uma impressionante padronização de ingredientes nas jarras de 50 litros.
Segundo os historiadores, essa é a mais antiga adega descoberta, já que jarras de vinhos encontradas em escavações mais antigas não parecem estar vinculadas a um lugar de consumo próximo. O palácio da cidade de Tel Kabri foi usado até 1700 a.C. e, diferentemente das outras ruínas mundo afora, o lugar da estocagem de vinhos estava claramente ligado à sala de jantar.
A adega cananeia dá pistas da evolução da produção de vinho e do consumo pela alta sociedade da época. Os cananeus provavelmente já produziam vinho desde 5.000 a.C. e trouxeram vinhas do Egito através do Mediterrâneo para o sul da Europa. Análises químicas revelaram certos compostos em algumas jarras, sugerindo a presença de mel, menta, canela, zimbro e resinas de árvores, mostrando que o vinho era aromatizado.
Fonte: Uol

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Conheça a história do pastor John Harper, que sacrificou sua vida para evangelizar durante o naufrágio do Titanic

No dia 10 de abril de 1912, o navio Titanic partiu de Southampton, no Reino Unido, para sua viagem inaugural, que seria também sua última viagem. Porém, quarto dias após iniciar sua viagem, o navio se chocou em um iceberg e naufragou, entrando de maneira triste na história como a maior catástrofe marítima de todos os tempos ceifando a vida de 1.517 pessoas.
Entre as milhares de pessoas que perderam suas vidas no trágico acidente está o reverendo John Harper, que viajava para fazer uma visita e pregar na Moody Church em Chicago. Porém, devido ao trágico fim da viagem inaugural do Titanic, Harper nunca chegou ao seu destino, mas teve os momentos finais do navio como seu último campo missionário.
John Harper nasceu em uma família de cristãos devotos em 29 de maio de 1872, em Renfrewshire, na Escócia. Aos 13 anos professou a fé em Cristo e começou a se dedicar às Escrituras com um zelo pelas almas era tão intenso que aos 17 anos já estava pregando nas esquinas de sua cidade natal, enquanto se sustentava trabalhando em uma fábrica local. Depois de pregar na rua por cinco ou seis anos, ele foi ouvido pelo Rev. EA Carter da Missão Batista Pioneira em Londres, que o convidou a trabalhar em temo integral em Goven, na Escócia.
Na época de sua viagem a Chicago, Harper havia decidido reservar passagens no navio RMS Lusitania, mas, com o cancelamento da viagem desse navio reservou passagens de segunda classe no próximo navio que partiria para os Estados unidos. Então, em 10 de abril de 1912, ele embarcou no RMS Titanic junto à sua filha de 6 anos, Annie Jessie, e sua sobrinha, Jessie Wills Leitch.
Então, na noite do dia 14 de abril, o rev. Harper foi despertado pelo som do iceberg rasgando o casco do navio. Ele acordou sua filha, envolveu-a em um cobertor e, quando se tornou evidente que o navio afundaria, com lágrimas nos olhos, ele beijou sua filha, e a entregou junto de sua sobrinha a um tripulante que as colocou em um bote salva-vidas.
Como Annie e Jessie entraram no bote salva-vidas e estavam em segurança, Harper virou-se e olhou para o seu novo campo de missão: o grande número de pessoas que teriam poucos momentos de vida por causa do naufrágio. Testemunhas relatam que após o navio se partir e cerca de 1500 pessoas serem lançadas às águas geladas do mar, o rev. Harper passou seus últimos momentos nadando de pessoa para pessoa perguntando sobre o estado de suas almas e proclamando a verdade do evangelho, especialmente por meio de Atos 16:31.
Harper nadou até um homem que estava agarrado a um pedaço dos destroços e lhe perguntou: “Você está salvo?” O homem respondeu que não. Ao ouvir isso, Rev. Harper tentou levar o homem a Cristo, mas o homem recusou. Rev. Harper tirou o colete salva-vidas e deu para o homem e disse: “Aqui, então, você precisa disso mais do que eu …”, e nadou para evangelizar os outros. Um pouco mais tarde, Harper voltou a esse homem e tentou novamente o conduzir a Cristo. Rev. Harper tentou nadar para os outros, mas dessa vez começou a sucumbir à hipotermia. Suas últimas palavras foram: “Creia no Senhor Jesus, e serão salvos, você e os de sua casa”.
A história do reverendo John Harper só se tornou conhecida porque esse homem para o qual entregou seu colete foi um dos seis sobreviventes que foram retirados das águas geladas. Ele conta, segundo o site leben: “Então, com dois quilômetros de água abaixo de mim, no meu desespero eu chorei a Cristo para me salvar. … Eu sou o último convertido de John Harper”.
Fonte: Gospel+

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

“The Resurrection”: História da ressurreição de Jesus Cristo será tema de nova produção de Hollywood

A história da ressurreição de Jesus Cristo é o tema da nova produção para o cinema anunciada em Hollywood. O filme, que está sendo financiado pela LD Entertainment, será dirigido por Kevin Reynolds e contará a história “dos primeiros 40 dias após a ressurreição de Jesus”. A expectativa dos produtores é lançar o filme na Páscoa de 2015.
De acordo com o site The Hollywood Reporter, o filme, intitulado “The Resurrection” (A Ressurreição), contará com roteiro de Paul Aiello, e contará a história através dos olhos de um agnóstico centurião romano que recebe de Pôncio Pilatos a missão de investigar rumores de um Messias judeu ressuscitado e de localizar corpo desaparecido de Jesus, a fim de subjugar um levante iminente em Jerusalém. Junto à sua missão, o centurião viverá também suas dúvidas diante de uma ocorrência tão sobrenatural e seu encontro com os apóstolos e outros personagens bíblicos, o que mudará suas crenças.
De acordo com as informações divulgadas, o filme será produzido por Patrick Aiello, que também foi produtor de “Street Fighter: A Lenda de Chun-Li” e “Motoqueiro Fantasma: Espirito de Vingança”.
O diretor Reynolds, bem contado pelos responsáveis pela produção, tem em seu currículo filmes como “Robin Hood – O príncipe dos ladrões”, “Waterworld”, “O conde de Monte Cristo” e “Tristão e Isolda”. Recentemente ele dirigiu também a premiada minissérie Hatfields & McCoys, estrelada por Kevin Costner.
- Como The Resurrection é de alta prioridade para nós, estamos muito entusiasmados por trabalhar com um diretor tão ousado e talentoso como Kevin – comentou, sobre o diretor, o CEO da LD Entertainment, Mickey Liddell.
- Sua paixão pelo projeto e pedigree de filmes muito bem dirigidos é o ideal – completou Liddell.
Fonte: Gospel+

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

The Leftovers: HBO produzirá série de TV sobre o arrebatamento

O arrebatamento é, dos temas bíblicos, o que mais atrai escritores de ficção interessados em usar a narrativa de João no Apocalipse como pano de fundo de uma história nova.
O assunto permeia as páginas da extensa série de livros Deixados para Trás, escrita por Tim La Haye e Jerry B. Jenkins. Os livros viraram, posteriormente, uma trilogia de filmes, que agora serão refilmados tendo o ator Nicolas Cage como protagonista.
Agora, o arrebatamento volta à tona com uma série de TV produzida pelo canal por assinatura HBO, o mesmo canal das famosas Game of Thrones e True Blood.
Produzida e dirigida por Damon Lindelof – que trabalhou em Lost e escreveu o roteiro do filme Prometheus – a série The Leftlovers também é baseada no livro best-seller homônimo, escrito por Tom Perrotta, e terá 10 episódios.
O enredo conta as histórias de um chefe de polícia que, após o arrebatamento, tenta se manter correto num mundo à beira do caos, e de uma mulher com casamento marcado que precisa abandonar tudo e fugir para não se tornar alvo de um culto misterioso, segundo informações do site Judão.
No elenco, estão os atores Justin Theroux, Liv Tyler, Christopher Eccleston e Amy Brenneman. A estreia do novo seriado está marcado para 2014.
Fonte: Gospel +

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Pastor entra em competição de MMA para ajudar a construir igreja

Um pastor evangélico da cidade de Valdosta, no estado americano da Geórgia, está treinando para lutar em sua primeira competição de MMA. Mas, aos 44 anos de idade, ele afirma não estar fazendo isso pelo título, mas por sua igreja.

O pastor Kelly Barcol vive em Valdosta há 10 anos, e na cidade começou uma congregação com apenas 5 pessoas. Sua igreja, Casa da Alegria, tem hoje 175 membros, e a única coisa que falta é construir seu próprio templo. Barcol vai lutar em uma competição de Mixed Martial Arts para ajudar a levantar o dinheiro. Todas as receitas da competição irão para a Casa da Alegria. 

Depois de quatro anos de preparo físico e meses de intenso treinamento, o pastor espera levar um bom resultado para a igreja, independente do resultado de sua luta.

- Eu me preocupo com ganhar ou perder, mas também, no fundo da minha mente eu estou pensando que se eu der o meu melhor e eu ainda perder, ainda é uma grande vitória para a igreja e para o Reino de Deus – disse Barcol, segundo a TV ABC.

A igreja comprou 11 hectares de terra e, com a competição, eles estão esperando para levantar entre 10.000 e 20.000 dólares para construir a igreja.

Fonte: Gospel +

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Cientista cristão publica livro afirmando ter provas do dilúvio relatado pela Bíblia

O diretor do Centro Científico de Criação, no Estado do Arizona, Walt Brown, publicou recentemente a oitava edição de seu livro “In the Beginning: Compelling Evidence for Creation and the Flood” (No Princípio: Evidências da Criação e do Dilúvio).

Brown é formado pelo Instituto Militar de Ensino Superior de West Point, tem um Ph.D. em Engenharia Mecânica pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, é membro da National Science Foundation, atuou como professor titular da Academia da Força Aérea e foi chefe de Estudos Científicos e Tecnológicos no Air War College.

Antigo defensor do evolucionismo, Brown hoje se dedica a pesquisar e escrever sobre os aspectos científicos dos relatos de Gênesis. Em sua obra ele apresenta dados e defende a teoria do “hydroplate”. Através dessa teoria ele procura comprovar que a Terra apresenta características geológicas de que possui apenas 5.000 anos e que os fósseis comprovam isso.
“Na crosta terrestre pré-dilúvio havia mares superficiais e mares subterrâneos. No entanto, nem toda a água subterrânea subiu para a superfície durante o dilúvio”, afirma o cientista, que argumenta que os terremotos até hoje fornecem evidências de que ainda existem oceanos de água sob a crosta.

Segundo ele, os canais subterrâneos de água podem transmitir rapidamente milhares de quilômetros de ondas de choque a partir do epicentro. Brown explica que os feitos dessa transmissão são evidenciados em torno dos lagos, onde a crosta é mais fina. Se as ondas de choque atingissem rocha sólida, em vez de água, os efeitos do terremoto nunca iriam se estender a grandes distâncias, como vemos muitas vezes.

“Ásia, Europa, África e as Américas eram um bloco único de Terra, no que é agora o Oceano Atlântico”, afirma Brown, acrescentando que foi essa “ruptura” que separou os blocos de terra que hoje chamamos de continentes.

Segundo a teoria do cientista, tal processo teria empurrado o eixo do planeta, causando mudanças bruscas, o que explicaria como restos de animais e plantas tropicais puderam ser encontrados no alto de montes onde hoje existe neve perpétua.

De acordo com o site americano WND, o cientista afirma em seu livro que a explicação evolucionista de que cometas, asteroides ou atividade vulcânica provocaram a extinção dos dinossauros é falha. Segundo ele, apenas uma inundação mundial teria o poder de causar esse “enterro em massa”, fossilizando os animais.

Fonte: Gospel+

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Estudo aponta que 1 em cada 3 cristãos não vivem os ensinamentos de Cristo

Uma pesquisa realizada por R. Brad White, fundador do Changing The Face of Christianity (Mudando a Cara do Cristianismo), aponta forte crescimento no número de cristãos “nominais”, também chamados “não praticantes”. “Os resultados são preocupantes, porque 1 em cada 3 autoproclamados cristãos admitem que raramente vivem os ensinamentos de Jesus Cristo”, afirmou o pesquisador.

White completou ainda: “Nossa missão é reverter os estereótipos negativos dos cristãos para ajudar os cristãos a serem mais comprometidos com Jesus Cristo. E assim nosso objetivo é transformar estes cristãos em cristãos espiritualmente maduros que caminhem e representem melhor nossa fé ao mundo”.

Divulgada na semana passada, a pesquisa é resultado de testes de auto avaliação anônima, que pediu aos cristãos para dizer como eles agiriam aos dilemas da vida. A pesquisa foi divulgada pela Changing The Face of Christianity, que é uma organização de educação cristã sem fins lucrativos.

Através das respostas do teste, a organização procurou determinar se os entrevistados estavam “longe de Cristo”, se estavam agindo como “os cristãos mundanos” ou como “bom cristão”, ou se estavam sendo “cristãos espiritualmente maduros”.

Segundo o Noticias Cristianas, a investigação começou em 2011, e os resultados iniciais indicavam que um em cada quatro foi classificado como “cristãos mundanos” ou “cristãos apenas no nome”, como a organização os descrevia, mas agora, os resultados mais recentes mostram que o número aumentou de 23,7 % a 30,9% – ou seja, quase 1 em cada 3 agora “cristãos são mundanos”.

Nas outras três categorias o estudo classificou, entre os 1500 entrevistados, apenas 2,9% como “longe de Cristo”, 38,5% como “Bom Cristão”, e 27,8% foram classificados como “cristão espiritualmente maduro”.

Fonte: Gospel+

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Teólogos lançam livro tentando conciliar as idéias do cristianismo ao evolucionismo científico

Um grupo de estudiosos do Departamento de Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) lançou pela Editora Paulinas o livro “Fé cristã e pensamento evolucionista”, que relaciona a fé cristã às idéias defendidas pelo evolucionismo.

Organizada pelos professores doutores Alfonso Garcia Rubio e Joel Portella Amado, do Círculo do Rio, a obra é composta de dez capítulos, através dos quais teólogos e teólogas católicos e evangélicos, trabalham temas dos diálogos da teologia da criação com o evolucionismo, como a onipotência de Deus.

De acordo com Rubio, padre diocesano espanhol radicado no Brasil desde 1959, a proposta do livro é superar a tensão entre a teologia da criação e a perspectiva evolucionista, demonstrando as proximidades existentes entre as duas linhas de pensamento, possibilitando perceber as angústias que perpassam cientistas e teólogos.

Os autores buscam mostrar porque a perspectiva teológica fundamentalista rejeita o evolucionismo, teme aceitar a evolução e com isso perde ricas possibilidades de aprofundar a fé. Segundo a ALC, o livro revisa conceitos, retoma dados dos relatos da criação e estabelece proximidades, estabelecendo a legitimidade das perspectivas e ajuda a superar conflitos entre as visões da ciência e da fé.

Rubio afirma que a proposta teológica da obra vem de uma preocupação com o empobrecimento e as limitações da radicalização que as duas perspectivas geram para uma antropologia adequada. Ele afirma ainda que a obra rejeita a setorização e integra visões que resgata percepções mais enriquecidas da condição humana, e ressalta que a ciência e a teologia não devem estar contrapostas.

Fonte: Gospel+

domingo, 27 de maio de 2012

Israelenses descobrem joias de 3.000 anos escondidas em Megido


Foram encontradas, por arqueólogos israelenses, joias de 3.000 anos numa vasilha de cerâmica na cidade de Megido, localizada ao norte de Israel.

Especialistas da Universidade de Tel-Aviv afirmam que a abundância de ouro e a presença de certas pedras semipreciosas sugerem uma influência cultural e econômica egípcia sobre os moradores da cidade.

Segundo a matéria publicada na Folha.com, não se sabe exatamente quando Megido passou a fazer parte do reino de Israel. Mas sabe-se que a cidade fazia parte de uma rota-chave entre a Síria e o Egito.

“Esse papel estratégico também fomentou batalhas, como a que levou à morte do rei israelita Josias em 609 a.C. (que pode ser vista em 2 Crônicas 35.20-24)”, declarou Reinaldo José Lopes, da Folha.com.

Fonte: Gospel+

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Arqueólogos encontram primeira prova da existência de Belém descrita na Bíblia

Arqueólogos israelenses acharam em Jerusalém um selo de argila com a inscrição "Bat Lechem", a primeira evidência arqueológica da existência de Belém durante o período em que aparece descrito na Bíblia. A informação foi divulgada pela Autoridade de Antiguidades de Israel.

O artefato foi encontrado durante as polêmicas escavações do "Projeto Cidade de David", situado no povoado palestino de Silwán, no território ocupado de Jerusalém Oriental. Trata-se de uma espécie de esfera de argila que se usava para carimbar documentos e objetos, datada entre os séculos VII e VIII a.C. 

"É a primeira vez que o nome de Belém aparece fora da Bíblia em uma inscrição do período do Primeiro Templo, o que prova que Belém era uma cidade no reino da Judéia e possivelmente também em períodos anteriores", disse Eli Shukron, responsável pelas escavações, em comunicado oficial.
"A peça é do grupo dos 'fiscais', ou seja, uma espécie de selo administrativo que era usado para carimbar cargas de impostos que se enviavam ao sistema fiscal do reino da Judéia no final dos séculos VII e VIII a.C", contou o especialista.
Fonte: Época