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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Vale a pena ver de novo?

Reprises ocorrem sempre na programação da TV. Algumas valem até a pena. Porém, boa parte de filmes, seriados e VT’s de transmissões esportivas dão a sensação de revolta. “De novo isso?”, “Não vou nem perder meu tempo assistindo a tal coisa!” e por aí vai (só para ilustrar melhor, o que você pensa quando aparece um comercial anunciando que irá passar A lagoa azul?).

Convivendo com nossa família e amigos, pode ser que achemos que certas atitudes deles pareçam com reprises da Lagoa. Principalmente quando o que eles fazem são coisas que nós não gostamos. Dependendo da situação, ira e mágoa misturam-se para virar o recheio da bomba emocional que pode explodir nas mãos de pessoas que não tem nada a ver com a história.

No capítulo 2 de 2 Pedro, vemos o apóstolo falando sobre pessoas que insistem nos comportamentos que tinham enquanto descrentes. O versículo 22 conclui que andar na vida antiga sem Cristo é equivalente a agir como um animal irracional.

Com eles aconteceu o que diz certo adágio verdadeiro: O cão voltou ao seu próprio vômito; e: A porca lavada voltou a revolver-se no lamaçal. 2 Pedro 2.22

Este texto nas mãos dos acusadores de plantão é um prato cheio. Afinal, quem não enxerga defeitos no caráter dos outros? E quem não se acha vítima da repetição de más atitudes de um parente ou amigo?

Criticar é fácil. Por muitas vezes, conveniente. O problema é trazer esse senso crítico para si mesmo. Responda com sinceridade, você já puxou este versículo para sua responsabilidade?
Além de você, Deus está muito interessado no seu melhor, o que redunda em abrir mão daquilo que só atrapalha seu desenvolvimento pessoal. Trocando em miúdos, jogar fora maus costumes, independente de quanto tempo você já conviveu com eles.

Vômito e lama não são coisas que qualquer pessoa goste de ter na roupa. Na vida espiritual também é necessário remover todo vestígio de sujeira que tivemos algum dia no passado.
Tenha disposição para mudar em favor dos planos que o Senhor tem para sua vida.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Soldado ferido, mas não vencido

Não é errado comparar a igreja com um hospital. Nela, pessoas com os mais diferentes tipos de problemas, buscam serem libertas do mal que aflige seus corações. Um problema no casamento, dificuldades financeiras, doença de um familiar, entre outros fatos, são assuntos recorrentes em aconselhamentos pastorais e pedidos de oração.

Bem mais comuns, e não menos graves, são as feridas na alma. Quando ocorrem, poucos se sentem à vontade para admitir que estão gravemente lesionados no coração. Preferem alimentar essa semente maligna e ainda recolher os frutos dela, tornando-se cristãos frios, que não recebem e nem sabem liberar perdão.

Quanto a feridas, infelizmente, ninguém está isento de recebê-las. Os ambientes variam, mas sempre há alguém disposto em pisar na unha encravada dos outros: trabalho, faculdade, círculo social, família, igreja. E isso só irá acabar quando o Senhor Jesus voltar, para que todos os salvos passem a eternidade em adoração a Ele.

A solução mais efetiva nesses casos é bem diferente do conformismo. Estar ferido é ruim, mas o pior é desejar que isso continue por mais tempo. É necessário ter dependência total do Senhor para libertar-se desse mal. Os aconselhamentos e orações ajudam, mas quem fará a restauração da alma é o próprio Deus.

No coração deve-se ter uma forte imagem daquilo que o Senhor tem como plano de vida. A Bíblia serve como parâmetro da visão que Deus tem de Seus filhos. Fazendo assim, evita-se que um “arranhão” na alma infeccione a ponto de realizar uma amputação.           

Ao invés de ficar pelo chão depois do primeiro golpe que leva, o bom soldado estanca a hemorragia e continua seu combate. Um cristão não pode agir diferente: lutas virão e acarretarão feridas, mas não é razão para ficar para trás.


Quem cumprir a carreira da fé receberá uma coroa de justiça por seu testemunho. Então, encontre forças em Deus e levante-se. Não perca a guerra por meros machucados. Estar ferido (por um momento) nunca será sinônimo de estar vencido.

Por Diego Cesar

sábado, 23 de novembro de 2013

(SEM) Segundas intenções

Porque dEle, e por meio dEle, e para Ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente. Amém! Romanos 11.36

Qual a motivação que há em seu coração ao se aproximar de Deus? a) A busca de um milagre, porque estou em desespero. b) A garantia da salvação à beira da morte, já que passei a vida inteira indiferente a Ele. c) Ser melhor que os amigos não crentes e os outros que não suporto. d) Ter intimidade com o Senhor.

E o que você tem em mente quando integra um ministério da igreja? a) Quero ser a atração principal do culto. b) Desejo um salário melhor do que eu recebo hoje. c) Não quero que me comparem com os preguiçosos que só esquentam cadeira nos domingos. d) Servirei a Deus, independente das circunstâncias.

Analisar a intenção de cada atitude e pensamento diante do Senhor nos salva do risco de colocarmos nosso próprio ego como deus a ser adorado. A carne não deixará de tentar subjugar nosso espírito. Por conta disso, é preciso ter um discernimento bem apurado daquilo que é vontade de Deus do que é desígnio do próprio coração.

O Senhor Jesus deu exemplo de serviço. Não seria coerente, enquanto cristãos, que fizéssemos algo contrário a essa ideia. Deixemos as segundas intenções de lado. Melhor é servir ao Senhor pelo prazer de fazer Sua vontade. Afinal de contas, a graça dEle nos basta.


Por Diego Cesar

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Sem perder as forças

Eu mesmo disse: debalde tenho trabalhado, inútil e vãmente gastei as minhas forças; todavia, o meu direito está perante o Senhor, a minha recompensa, perante o meu Deus. Isaías 49.4

O cristão é chamado ao serviço. Jesus nos ensinou isso, não só com palavras, mas também com Seu exemplo. Por resultado disso, encontramos em qualquer denominação irmãos que se dispõem a servir nos mais diferentes tipos de atividade. Todas essas tarefas têm valor diante de Deus, independentemente da hierarquia que exista dentro da igreja.

Mesmo assim, o cansaço pode abater os ânimos e a frustração cria armadilhas que chegam a matar a disposição que a pessoa tem de servir. Não são raros os casos de desistência nos ministérios. Mas antes de renunciar a obra, é preciso lembrar a quem servimos.

O Senhor garante um galardão a todos que abrem mão da comodidade para fazer Sua vontade. A Bíblia não define explicitamente o que seria esse presente. Ela menciona que é uma certeza àqueles que serão salvos (2 João 1.8) e que alguns terão o galardão maior (Lucas 6.23).

Guardando essa certeza, encontramos até sentido nas lutas que passamos por servir a Deus. Também conseguimos tomar fôlego para continuar trabalhando, ainda que fatigados.

Deus garantirá que receberemos nossa herança (Colossenses 3.24). Então, não podemos abrir mão de tudo mais que Ele deseja nos entregar. Quando faltarem forças, olhe para o alto e visualize aquilo que está reservado para você por toda eternidade.


Por Diego Cesar   

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Maior é Deus

Filhinhos, vocês são de Deus e os venceram, porque Aquele que está em vocês é maior do que aquele que está no mundo. 1 João 4.4

O medo é um dos piores obstáculos que o crente precisa ultrapassar. Temos em nosso favor a realidade de que não estamos sós nessa situação. A Bíblia registra a vida de inúmeras pessoas que sentiram-se acovardadas, nas quais o Senhor encontrou oportunidade para agir e trazer vitória onde seria menos provável.

Fé e dependência de Deus permitiram que histórias com um começo medíocre tornarem-se exemplos de transformação pela misericórdia divina. Assim foi com Moisés, Rute, Gideão, Ester, Paulo e muitos outros. Pode repetir-se conosco, desde que mantenhamos os olhos fixos no Senhor, esquecendo as vozes contrárias  e fortalecendo o coração na Palavra.

Deus tem poder para nos abençoar muito mais do que possamos imaginar. Isso requer exercício de um nível maior de confiança nas promessas dEle. Quanto mais ocupamos nossa mente com a convicção de que o Senhor está no controle de tudo, temos menos tempo para os temores.

Permita que sua vida seja um instrumento para que o nome de Deus seja engrandecido. Desfrute das chances que o Pai concede para que você seja uma pessoa capaz de coisas incríveis.  

Por Diego Cesar

domingo, 22 de setembro de 2013

A opção do descanso

Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. Filipenses 4.6

Como você lida com as dificuldades? A fé nos ajuda a encontrar forças para seguir com a vida. Contudo, em alguns momentos, parece que até ela é insuficiente para nos manter de pé.

Deus revela-se como um Pai amoroso e atencioso. Logo, não deve restar no coração qualquer sombra de dúvida no cuidado divino por cada um de nós. O tempo que gastamos com preocupações precisa ser substituído por constante oração e agradecimento ao Senhor por tudo que Ele já cumpriu quanto às Suas promessas.

Ganha-se mais descansando em Deus (dependendo dEle) do que tentando resolver a vida com as próprias mãos. Ao optar pelo caminho da independência, o resultado é, via de regra, insegurança e frustração, que antecipam a perda de tudo que foi conquistado até então.

A provisão é constantemente assegurada pela própria Palavra. O sacrifício de Jesus é a garantia de que o Senhor deseja suprir cada necessidade que surja diante de você.

Há uma expressão popular que ensina: “se a vida lhe der limões, faça uma limonada”. Você, como discípulo de Cristo, pode dizer aos seus problemas: “se tenho um Deus, descansarei nEle.”

Por Diego Cesar

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Convicção que leva a frutos


Conheço a tua tribulação, a tua pobreza (mas tu és rico) e a blasfêmia dos que a si mesmos se declaram judeus e não são, sendo, antes, sinagoga de Satanás. Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida. Apocalipse 2.9-10

Participar de uma igreja significa, para alguns, estar rodeado de uma multidão de pessoas que compartilham a prosperidade material durante os fins de semana. Para outros, trata-se de revestir-se do poder de Deus de maneira sobrenatural, sem ter o zelo de santificar-se e buscar intimidade com o Senhor durante os demais dias.

Há também aqueles que desejam ver na igreja que congregam essas duas características ao mesmo tempo: riqueza e unção. Geralmente, negligenciam o cuidado espiritual consigo mesmos e, ainda assim, esperam que Deus opere milagres em meio ao povo que vira as costas para Ele.

A cidade de Esmirna passou por situação parecida quando o apóstolo João escreveu o livro de Apocalipse. Ela competia com Éfeso e Pérgamo a fama de ser a maior aglomeração urbana da Ásia Menor. Sua igreja, provavelmente, nutria o mesmo tipo de sentimento de competição entre seus membros.

As palavras do Senhor para aquela igreja foram, no entanto, um incentivo àqueles cristãos manterem humildade e perseverança no coração, tendo convicção de que tudo estava no controle de Deus.

Jesus nos chama para ter um relacionamento com Ele, antes de mais nada. Todas as coisas – unção, crescimento em número de membros da igreja, bênçãos materiais, etc. – são consequência da sinceridade que tenhamos com o Senhor na vida com Ele.

O resultado assegurado por essa fidelidade é a coroa da vida. Cada atitude que tomamos deve ser para que a promessa da vida eterna possa se cumprir. Não abra mão daquilo que Deus colocou em seu coração. Seja fiel até o fim.  

Por Diego Cesar   

sábado, 20 de abril de 2013

O que fazer primeiro


Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Marcos 8.36

Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum. Pois desta maneira é que vos será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. 2 Pedro 1.10-11

O exercício da vida cristã é feito de prioridades. Não as nossas, mas as do Reino de Deus.

Tudo que fazemos aqui traz resultados que colheremos na eternidade e, por conta disso, é preciso que estejamos atentos em cumprir a vontade do Senhor em nossas vidas.

O trabalho que temos hoje garantirá nosso galardão. Se desejamos o melhor, devemos nos empenhar em realizar o melhor , porque o melhor Ele já preparou para nos entregar.

Que atitudes temos tomado para que garantamos nossa entrada no Reino celeste?

Por Diego Cesar

sábado, 6 de abril de 2013

Pequenos passos para grandes conquistas


Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos; levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo. Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal. De modo que, em nós, opera a morte, mas, em vós, a vida. Tendo, porém, o mesmo espírito da fé, como está escrito: Eu cri; por isso, é que falei. Também nós cremos; por isso, também falamos, sabendo que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos ressuscitará com Jesus e nos apresentará convosco. Porque todas as coisas existem por amor de vós, para que a graça, multiplicando-se, torne abundantes as ações de graças por meio de muitos, para glória de Deus. 2 Coríntios 4.7.15

A essência do poder de Deus é parte de nossas vidas. Por conta disso, as provações que enfrentamos também são oportunidades para que nome do Senhor seja engrandecido.

As dificuldades podem ser muitas, mas Deus nunca deixa de nos dar chance de, ao menos, tomar fôlego para continuarmos lutando até conquistar o que nos está proposto.

Uma bênção só deixará de acontecer quando permitimos que raízes de incredulidade cresçam em nosso espírito. O medo nos faz enxergar apenas dificuldades e perdas, o que nos leva a desistir, caso nos entreguemos por completo ao que o inimigo semeou.

Nós, enquanto cristãos, necessitamos manter o foco nas promessas que Deus nos entregou, ainda que elas demorem a se cumprir. Não podemos desfalecer em nossas forças e, principalmente, na fé. No tempo certo, as coisas se resolverão, porque é Deus quem opera por nossas vidas.

O Senhor está pronto para nos entregar infinitamente mais do que peçamos a Ele. Não por merecimento, mas para que o nome de Deus seja glorificado o conhecido através de nossas vidas.

Por Diego Cesar 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Fechando os olhos para o mundo


Somos privilegiados por termos o amor de Deus em nosso favor. Desfrutamos da oportunidade de conquistar a vida eterna e, ainda neste século, gozar de privilégios que muitos sequer cogitam viver.

Mesmo assim, nossa geração perde-se em pensamentos distantes da vontade do Senhor. Por conta disso, muitas vezes findam pecando, que nada mais é do que uma forma de dizer a Deus que não precisam de Seu cuidado sobre eles.

O fato de Deus ser um Pai que ama Seus filhos incondicionalmente não é uma justificativa para que tentemos esgotar Sua infinita misericórdia. Sempre haverá o perdão de Deus sobre nós, contudo, nem sempre haverá oportunidades de requerer esse perdão através do arrependimento.

Jesus menciona que, caso seja necessário, é melhor entrarmos no Reino de Deus sem partes de nosso corpo do que irmos inteiros para o inferno. É o que pouco temos feito.

Para sermos filhos aperfeiçoados pelo amor de Deus, é necessário abrir mão de coisas que, antes, traziam prazer e contentamento para nosso corpo. Nosso espírito tem condições suficientes para suprir a “carência” que aquele prazer trará. Basta estar completamente submisso ao querer do Senhor para cada um de nós.

O que não pode mais ocorrer em nossas vidas é fazer vistas cegas para as coisas de Deus, enquanto que os olhos estão bem abertos para aquilo que o mundo oferece.

Que tal inverter a situação? É uma questão de coragem. Mas garante sua vida com Deus.

Por Diego Cesar

terça-feira, 18 de setembro de 2012

A culpa é sua!


Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte. Tiago 1.14-15

Ao pecar, qual a sua reação? Resigna-se pela falta e pede perdão a Deus ou prefere acusar alguém? A culpa é recorrentemente delegada a outras pessoas, por mais que o erro tenha sido escolha das próprias ações. Por tabela, as consequências do pecado continuam a agir na vida da pessoa, uma vez que ela não admitiu seu proceder diante de Deus.

Há inclusive quem prefira atribuir a culpa do pecado ao diabo, alegando que ele está sempre ao derredor. Mas esquece-se de orar, impedindo que os contra-ataques do inimigo recaiam sobre sua vida. Outra parte, deseja tirar a responsabilidade de si e jogar no próximo, como se a pessoa tivesse que arcar com os erros alheios. Esta é a maioria dos casos. Se todas mais falharem, a culpa é atribuída ao próprio Deus, exemplo que o apóstolo dá no versículo 13 do mesmo capítulo.

Para que o arrependimento gere frutos em sua vida é preciso, antes de mais nada, que haja reconhecimento de que o pecado é uma atitude pessoal, ainda que não desejada pelo próprio indivíduo.

O perdão de Deus só tem condições de acontecer quando há humildade no coração da pessoa para admitir seus erros. Afinal, cada um é responsável pelas suas próprias ações para com o Senhor.

Por Diego Cesar

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Valores que não podem ser negociados

Sabei, pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus. Efésios 5.5

Ainda que não sejamos moradores efetivos do Reino de Deus, nós já partilhamos de seus valores. Conforme aprendemos que não fazemos parte deste mundo, apesar de nele habitarmos, vemos que os princípios da Palavra devem ser a ocupação de nossos corações.

Contudo, o pecado insiste em assediar a mente dos cristãos, por mais que estejamos há um bom tempo na vida cristã. Diante dele, temos sempre a opção de ceder ao que nossa carne anseia ou fugir daquela proposta e manter-se isento de qualquer culpa diante do Senhor.

Não é demais ressaltar que quando nos declaramos cristãos, assumimos o compromisso de viver como pessoas que evitam a todo custo cometer falhas. Note-se que não disse que somos infalíveis. Enquanto permanecermos sem o corpo glorificado, é impossível que não venhamos deixar de pecar. Mas podemos nos abster de cair em tentação na maior parte das vezes, afinal temos livre-arbítrio.

Os pecados cometidos conscientemente denotam pouco caso em viver a vontade de Deus, em separar-se do mundo e viver consagrado ao Senhor. Eles não trazem consequências imediatas, mas destroem a vida espiritual do crente a longo prazo. Chegam inclusive a impedir que a pessoa tenha acesso ao Reino de Deus, caso não abandonem a prática do pecado.

As promessas de Deus em nossas vidas não podem ser trocadas por um guisado com lentilhas. Não negocie os valores do Reino. Disponha-se a buscar e ter apenas o que provém do Senhor.

Por Diego Cesar   

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Agradeço a... Deus!


Testemunhei um fato curioso nesta tarde: uma senhora humilde acompanhada de sua filha agradecendo pela mão de Deus agir sobre a vida dela. Ao ouvir isso, fico pensando se é preciso passarmos por dificuldades para reconhecer que o Senhor sempre agiu em nosso meio.

Quando estamos em situação confortável, dificilmente temos “tempo” para render louvores a Deus por Sua misericórdia sobre cada um de nós. Porém, ao passar pelo menor problema, recorremos ao Senhor e contamos com Ele para ouvir nossas lamúrias.

Aprendemos que é necessário louvar ao Senhor em todo tempo. E isto significa que é nos momentos maus e bons que nosso coração deve entregar adoração ao Pai. Tudo o que temos e o que somos não é por mérito pessoal, mas pelo que Deus trouxe até nós através de Sua graça.

Que eu possa aprender com aquela senhora a reconhecer a mão de Deus sobre minha vida. Que nós possamos render graças a Deus a todo tempo.

Por Diego Cesar   

sexta-feira, 1 de junho de 2012

E se eu fosse cristão de verdade?


O que você espera ser enquanto cristão? Não me refiro às possibilidades ministeriais. Não é a prioridade desse post saber se você almeja ser pastor(a), membro do ministério de louvor ou um simples ocupante de banco dominical. Preocupo-me com o tipo de vida que você tem levado, as atitudes que toma e as consequências que assume para si mesmo e para os outros.

Quando desenvolvemos o caráter de discípulos de Cristo, percebemos que Ele não almeja somente nossa conversão. Jesus almeja construir um relacionamento de intimidade conosco. Da mesma forma, não são momentos pontuais de quebrantamento que tocam o coração de Deus, mas uma vida de entrega e adoração a Ele.

Nessa abordagem cristã, não podemos nos deixar levar pelos interesses mesquinhos do coração de sermos sempre os melhores em algo na igreja: o melhor ministro, o melhor músico, o melhor líder. O que precisamos é nos tornarmos os servos de Deus mais dispostos a fazer a Sua vontade.

Afinal, a obra é do Senhor. Ele é quem deve ditar os passos de nossa vida. E não o contrário. Há quem prefira intervir no nível em que Deus age nas diferentes esferas do ser: emocional, profissional, lúdica, etc. Quanto a uma pessoa que age assim, dificilmente se tornará tudo aquilo ao que tem potencial de ser.

Deus completa Sua obra em discípulos. Naqueles que se dispõem em aprender os Seus caminhos e viver a Sua vontade.

Por Diego Cesar 

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Trabalhadores


Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo. Colossenses 3.23-24

Assumir a vida cristã é sinônimo de dedicar-se ao serviço. Engana-se aquele que diz que, pelo fato de ser filho de Deus, está isento de obrigações. Jesus nos ensinou que ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para entrar no Reino de Deus. Nisso Ele quer mencionar o quanto está interligado o fato de ser discípulo com a personalidade de um servo.

Não somos servos quaisquer. Nosso patrão não atrasa o "pagamento" nem nos "demite", ainda que deixemos de trabalhar como convém. Nosso Deus nos trata como Suas primícias, isto é, como aquilo que é mais precioso. Logo, ainda que sejamos Seus servos, somos, acima de tudo, filhos.

Sendo assim, por quê não damos ao serviço no Reino de Deus o mesmo empenho que temos com outras atribuições de nossa vida? Somos zelosos no trabalho, no estudo, na família, no lazer, mas geralmente omissos com a obra de Deus.

As pessoas podem nos frustrar, por mais que nos dediquemos a elas. Mas Deus é diferente: Ele recompensa fielmente aquele que se dispõe a fazer Sua vontade, aquele que tem coração de servo.

Tanto é verdade que o exemplo deixado por Cristo foi de que, mesmo sendo o próprio Deus, Ele veio para nos servir.

Por Diego Cesar

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Pedras que edificam [e também aquelas que mortificam]


Quando olhamos para o chão, geralmente encontramos pedras dos mais diferentes tipos e tamanhos. Sejam piçarras, britas, cascalhos, elas estão lá. Sempre à disposição de nossas mãos.

Na Bíblia também vemos que as pedras tomam diferentes papéis durante a historia do povo de Deus. De uma rocha Moisés fez verter água para saciar a sede do povo que libertou-se da opressão do Egito (Êxodo 17.6). Do leito do rio Jordão, o jovem Davi retirou pedras lisas, das quais uma delas serviu para derrubar o gigante inimigo que afrontava o Deus vivo (1 Samuel 17.40).

Por um sonho, o profeta Daniel viu uma Pedra que destruía a soberania dos reinos e crescia a ponto de tornar-se uma montanha que ocupava toda a terra (Daniel 2.35). Esta mesma Pedra, que foi rejeitada pelo Seu povo, tornou-se o alicerce para a salvação de toda a humanidade (Lucas 20.17).

João Batista chegou a afirmar que até de pedras Deus poderia suscitar filhos de Abraão, colocando em xeque a fé dos religiosos da época (Mateus 3.9). Cristo foi tentado a transformar pedras em pães, mas repreendeu a Satanás dizendo que o mais importante é se alimentar da Palavra (Lucas 4.3-4).

Por causa da "pedra" da fé de Seus discípulos, Jesus encontrou um lugar para edificar Sua Igreja (Mateus 16.18). Também por causa de pedras de acusação, uma mulher quase foi morta pelos homens da Lei (João 8.5).

Estevão foi morto apedrejado por crer naquela Pedra que Daniel profetizara (Atos 7.59). Paulo também experimentou grande sofrimento por pregar a mensagem da Pedra (2 Coríntios 11.25).

Que encaminhamento temos dado às pedras que nos estão disponíveis? Preferimos edificar altares de adoração ao Senhor ou achamos mais conveniente entalhar lápides a quem está ao nosso redor?

Através das experiências com Deus, construímos nossas vidas sobre um local seguro, livre das tempestades dos problemas (Mateus 7.25) e ainda temos a oportunidade de salvar outros. Tudo depende do fim que damos às pedras: pequenas, grandes, lisas, pontiagudas...

Que nenhuma pedra esteja amarrada em nosso pescoço, tirando-nos da oportunidade de desfrutar da salvação 
(Marcos 9.42).

Por Diego Cesar

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Trabalho e mais trabalho


Disse Davi a Salomão, seu filho: Sê forte e corajoso e faze a obra; não temas, nem te desanimes, porque o Senhor Deus, meu Deus, há de ser contigo; não te deixará, nem te desamparará, até que acabes todas as obras para o serviço da Casa do Senhor. 1 Crônicas 28.20

Ao observar a situação das igrejas em nossos dias, percebo que não temos servido ao Senhor assim como Ele deseja. Aqui não estou parafraseando um profeta, que afirma que nossas justiças são como trapo de imundície diante de Deus (Isaías 64.6). Chamo a atenção ao fato de que não temos feito nosso chamado de cristão valer a pena nas congregações (e fora delas também).

Na "vida secular" (isto é, além das atividades da igreja), sabemos honrar com horários e mais diferentes compromissos. Para ilustrar, seguem alguns exemplos: quando nos atrasamos no trabalho, preocupamo-nos em saldar o débito de minutos no expediente seguinte; caso o filho adoeça, sacrificamos as demais atividades para dar atenção a ele até que se recupere; ainda que estejamos cheios de ocupações, sempre achamos um tempo para comer algo e enganar o estômago. E para Deus, como tem sido administrado o nosso tempo?

Somos todos possuidores de um chamado da parte do Senhor. Este, provavelmente, recebido em nosso coração e acompanhado de lágrimas e votos de obediência a ele. Contudo, muitas vezes preferimos atribuir a nossa parte da obra do Senhor a outras pessoas. E fazemos isso sem nenhum pesar.

O apóstolo nos exorta que a fé sem obras é morta (Tiago 2.26). Sabedores disso, como podemos nos afirmar discípulos de Cristo se deixamos ao léu aquilo que é de nossa responsabilidade na adoração para com Ele?

É tudo uma questão de prioridades. Se sabemos diligenciar nosso tempo para coisas diversas de Deus, por quê não poderíamos colocá-Lo como ponto-chave de nossas atividades diárias? O verdadeiro tesouro está no Senhor ou em nosso próprio coração?

Por Diego Cesar

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Foco


Ainda que o homem viva muitos anos, regozije-se em todos eles; contudo, deve lembrar-se de que há dias de trevas, porque serão muitos. Tudo quanto sucede é vaidade. Eclesiastes 11.8

Em nosso relacionamento com o Senhor, é preciso compreender que, até no silêncio, Deus nos trabalha. Ainda que dias maus venham, nunca podemos perder o foco, uma vez que sabemos que há quem cuide de nós.

Quando passamos por lutas, Deus espera que tenhamos plena confiança nEle. Não é pelo fato dEle se manter “calado” que teríamos motivos para desacreditá-Lo. Ou de invalidar cada uma das promessas recebidas em nosso coração.

O silêncio divino nos convida a agir diferente do curso deste mundo, que busca soluções mirabolantes em outras fontes, que, na maioria absoluta das vezes, só trazem mais problemas.

Na posição de discípulo de Cristo, aprendemos que o Senhor está sendo glorificado em nossas vidas quando seguimos crendo em Suas promessas mesmo quando somos convidados a baixar a cabeça e derramar lágrimas.

Mas, se sofrer como cristão, não se envergonhe disso; antes, glorifique a Deus com esse nome. 1 Pedro 4.16

A fé é exercida por pessoas de coragem, e não por covardes. Afinal, é necessário mais do que uma declaração verbal de que se tem confiança em Deus quando se passa por uma dificuldade.

Somos chamados a ter o caráter moldado pelo Senhor mesmo quando achamos que Ele está distante de nossa realidade. Esses momentos são cruciais para que aprimoremos nossa filiação a Ele.

Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que O amam. Tiago 1.12

Encerrando este artigo, deixo-lhes a seguinte pergunta: seus olhos estão nas circunstâncias ou em Deus?

Por Diego Cesar

terça-feira, 6 de março de 2012

Livre de todo peso


Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Tito 2.11

Um dos maiores erros da humanidade é julgar que a religião por sim mesma é capaz de salvar uma pessoa. Esquece-se o fator "Deus" e prioriza-se o ponto "doutrina" como único caminho a ser estabelecido para que o indivíduo encontre paz de espírito.

Algumas igrejas fazem jus a esta linha de pensamento, uma vez que negam o sacrifício de Jesus como fator suficiente para a salvação. Prendem-se a dogmas sem nenhum fundamento bíblico e exortam que todos os fiéis não deixem de praticá-los.

Há erro em possuir uma linha de trabalho na igreja? Ou um posicionamento quanto a uma determinada questão à luz da Palavra de Deus? Não. Pelo contrário: o recomendável é manter um corpo de regras para que o andamento do ministério seja o mais proveitoso possível. O risco nisso é colocar a doutrina da igreja numa posição superior ao peso da Bíblia.

O Senhor Jesus reforça a ideia de que ser Seu discípulo não é abraçar um fardo maior do que aquele que o mundo oferece. Ele chega a repreender aqueles que ousarem fazer isso contra os cristãos.

E quem fizer tropeçar a um desses pequeninos crentes, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse lançado no mar. Marcos 9.42

Qualquer tipo de ensinamento que concorra para que nos desaproximemos de Deus pode ser considerado como heresia, uma vez que o maior desejo do Pai é que estejamos conectados ao coração dEle.

Não permita que o servir a Deus se torne um peso na sua vida. Ele está em nosso favor para estender Sua graça sobre todo aquele que crê que Ele tem poder para isso.

Por Diego Cesar

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Indiferença assassina


Qualquer, porém, que fizer tropeçar a um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse afogado na profundeza do mar. Mateus 18.6

Que sentimento você julga mais agressivo: o ódio ou a indiferença? Numa primeira análise, é presumível que se escolha o ódio como opção mais antagônica ao amor. Porém, o sentimento mais destrutivo que o ser humano pode nutrir em seu coração é mesmo a indiferença.

Pode-se dizer que o ódio é resultado de uma conduta indiferente. Quando negamo-nos a amar, a indiferença traz à existência o ódio, e não o contrário. Com o desprezo, uma pessoa diz à outra nas entrelinhas que pouco se importa que ela exista ou não.

O descaso não é um predicado exclusivo de quem vive afastado de uma igreja. Infelizmente, muitos cristãos nutrem a indiferença com o próximo. Cruzam os braços em frente daqueles que desejam um abraço afetuoso. Fecham os olhos e ouvidos para quem anseia ser visto e ouvido.

Quem você deixou de amar corre o risco de padecer com sua indiferença. É importante verificar se o nosso modo de corresponder a quem está ao nosso redor não redunda numa relação fria.

Aprendemos com a Palavra que aquele que deixa de amar seu irmão tem o comportamento similar ao de um assassino. Quantas pessoas já padeceram carentes do seu amor? Somente você mesmo tem o poder de trazê-las de volta à vida.

Por Diego Cesar