sexta-feira, 13 de maio de 2011

Ateus lucram com empresa para cuidar de animais de estimação após o arrebatamento


Cerca de 20 milhões de americanos acreditam que estarão vivos no dia que os cristãos serão chamados para o céu por Jesus Cristo. Esse evento é conhecido como ”arrebatamento”. Um grupo tem, inclusive, colocado anúncios por toda parte afirmando que isso acontecerá muito em breve, já no próximo dia 21 de maio.

Como a maioria dos cristãos acredita que os animais não têm alma, o arrebatamento deverá deixar um monte de animais de estimação sem comida e sem cuidados depois que seus donos forem para o céu.

Sabendo disso, Bart Centre fundou em 2009 o Eternal Earth-Bound Pets [Centro para animais condenados a ficar na terra]. Ateu, ele garante que quando (e se) o arrebatamento ocorrer, ele ou um de seus 44 colaboradores em 26 Estados recolherão em até 24 horas qualquer cachorro, gato, pássaro, coelho ou mamífero pequeno e cuidarão deles. Serviços para cavalos e animais de grande porte só estão disponíveis em alguns Estados americanos.

O contrato vale por 10 anos custa US$ 135 e mais US $ 20 por animal adicional. O pagamento deve ser adiantado, é claro. ”Até agora já temos mais de 250 clientes”, disse Centro, 62, que já está aposentado e hoje se dedica a escrever livros antirreligião.
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A maioria dos clientes está nos Estados do sul, no chamado “Cinturão da Bíblia”. Bart acredita que pode cuidar sozinho dos clientes da região de Massachusetts (onde ele mora), e dos Estados vizinhos, que historicamente são mais secularizados.

Bart diz que tem selecionado cuidadosamente os socorristas. Eles precisam gostar de animais, é claro, mas não podem gostar de Jesus. Por razões óbvias, somente ateus são contratados. ”Não posso arriscar a empregar pessoas que poderão ser arrebatadas a qualquer momento”, justifica.

Após uma análise do currículo, cada socorrista deve provar sua falta de fé ao blasfemar contra o Espírito Santo, pois segundo o texto de Marcos 3:29, tal pessoa nunca poderá ser salva.

Bart disse que muitas pessoas o tem procurado para oferecer seus serviços. Existem cerca de 8.000 cadastrados esperando ser chamados.

Para Bart Centre, o que ele se propõe a fazer é apenas aliviar o sofrimento das pessoas que não podem levar consigo seus animais de estimação quando Jesus chamar. Mesmo afirmando não acreditar que houve um dilúvio, lembra que “Deus não se preocupou com todos animais durante o dilúvio”.

Também rebate as críticas dos que afirmam que ele está enganando os cristãos para tomar dinheiro deles. ”Quem está usando falsos pretextos? Não inventei esse negócio de arrebatamento. Se tivesse inventado para depois fazer as pessoas aceitarem os meus serviços, podiam me chamar de enganador… São os religiosos que ficam falando sobre isso. Garanto que posso evitar que os animais morram de fome e tenho uma estrutura montada para cuidar deles. Não estou me aproveitando de ninguém, apenas satisfazendo uma demanda”, encerra.

Fonte: Pavablog

Falsos juízes


Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão ou julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; ora, se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz. Um só é Legislador e Juiz, Aquele que pode salvar e fazer perecer; tu, porém, quem és, que julgas o próximo? Tiago 4.11-12

As pessoas que frequentam a igreja estão condicionadas a um tipo de comportamento que trouxeram do mundo: julgar o próximo. Anos de convivência não impedem que olhares de reprovação surjam de um ou outro, uma vez que parece mais cômodo recriminar quem não age conforme a "cartilha" do que apenas levar aquilo que traz incômodo diante de Deus.

O mesmo vale para um curto tempo de comunhão. Os "achismos" falam mais alto do que o desejo de conhecer o próximo ou o partilhar de experiências com Cristo. Afinal, como um próprio adágio popular ensina, "para baixo, todo santo ajuda".

O próprio Senhor Jesus quando veio à terra não se colocou na condição de Juiz da humanidade, tendo todo o respaldo para isso. Pelo contrário, Ele se colocou na posição de Mediador entre nós e Deus-Pai. Com essa atitude, quis nos ensinar que não temos o condão de lançar juízo sobre a vida das pessoas que estão ao nosso redor. Cabe a Deus julgar a todos, pois só Ele conhece as motivações de espírito.

Todo caminho do homem é retos aos seus próprios olhos, mas o Senhor sonda os corações. Provérbios 21.2

Partindo desse pressuposto, por quê nós, na miserável condição de humanos e, decorrente de tal fato, todos pecadores, achamo-nos em direito de julgar ou avaliar as ações de nossos irmãos?

Na condição de administradores das coisas de Deus, temos que, entre outras atribuições, distribuir o perdão e o amor. Ora, se o próprio Senhor não nega essas dádivas a quaisquer de Seus filhos, quem seríamos nós a ponto de atrever-nos em fazer acepção de pessoas na entrega daquilo que vem do Pai?

Da mesma maneira que Deus ama você, Ele ama também aquele que você julga um pobre pecador, imerecido de misericórdia. Não são obras que nos fazem melhores. Não são orações que nos fazem mais santos. É o amor de Deus que nos transforma. Amor derramado sobre todos incondicionalmente: pastores, drogados, casados, adúlteros, fiéis, ateus...

Todavia, a mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós ou por tribunal humano; nem eu tampouco julgo a mim mesmo. Porque de nada me argúi a consciência; contudo, nem por isso me dou por justificado, pois quem me julga é o Senhor. 1 Coríntios 4.3-4

Não julgue. Tão-somente ame!

Por Diego Cesar

Quem é o personagem bíblico?

Fonte: www.karapuca.com.br

domingo, 8 de maio de 2011

Resistindo ao dia mau


Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal. Mateus 6.34

Ser cristão é sinônimo de ter o caráter de um lutador. E não são poucas as batalhas pelas quais passamos por conta de nossa fé.

Engana-se quem afirma que crer no Senhor Jesus é porta aberta para vitórias e conquistas sem limites. Há um preço a ser pago para servir a Deus que só é quitado através de nossa perserverança na caminhada com Ele.

Aqui vemos Jesus nos aconselhando a saber lidar com o tempo que temos. Por isso, é preciso avaliar os problemas que sempre vamos enfrentar nos dias maus.

Uma das coisas que mata nosso relacionamento com Deus não é uma circunstância catastrófica que toma nossa mente. São pequenas concessões, distrações irrelevantes que, acumuladas, arrebatam nosso coração da presença divina.

Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória. Colossenses 3.2-4

Quando a oração, a leitura da Bíblia ou o ministério se tornam atitudes mecânicas em nosso dia-a-dia, é preciso avaliar se estamos fazendo tudo isso com o cuidado que é necessário.

Deus sempre deve ser o motivo de nossa maior alegria, o motor de nosso maior esforço, o caminho que devemos trilhar. Ao chegar o desânimo em nossa mente, precisamos ter o foco de que Jesus não parou no meio de Seu sacrifício. Ele foi até o fim por amor de nós.

Outro aspecto que pode fulminar o amor que temos por Deus é o cansaço. Ele surge naqueles que tentam fazer o possível e o impossível dentro da limitação humana. Ocupar o coração numa multidão de sonhos e projetos está longe de ser uma postura sábia para quem serve a Deus.

Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. Filipenses 4.6

Se o fardo está pesado demais ou a ansiedade transborda de seu coração é porque você age além dos limites e deixou de entregar a parte que convém a Deus. Fortaleça sua fé e descanse em Cristo.

Não há dia ruim quando estamos na presença do Senhor. Momentos mais difíceis virão, mas a vitória é certa para quem luta com Ele.

Por Diego Cesar

Feliz Dia das Mães!

sábado, 7 de maio de 2011

Ator principal do filme “A Paixão de Cristo” afirma que interpretar Jesus acabou com sua carreira


Jim Caviezel interpretou um papel de destaque no cinema ao ser o protagonista do polêmico “A Paixão de Cristo”, de Mel Gibson, em 2004. Desde então, o ator não emplacou em nenhuma outra produção de sucesso. Ele diz que tem sido evitado por Hollywood desde que aceitou ser Jesus Cristo.

“Tenho sido rejeitado pela minha própria indústria desde que aceitei fazer Jesus Cristo. Mas temos que abdicar do nosso nome e nossa reputação para falar a verdade”, disse o ator durante uma palestra na Primeira Igreja Batista de Orlando, na Florida, segundo o “The Guardian”.

A produção de Mel Gibson foi tão bem-sucedida, que arrecadou mais de US$ 600 milhões no mundo inteiro. Mas, ainda assim, o religioso Cavieziel condena algumas atitudes de Mel Gibson.

“Ele é um pecador terrível. Mas não merece nosso julgamento, somente nossas preces”.

Antes de ser Jesus, Caviezel era um nome constante no cinema. Foi protagonista de “O Conde de Monte Cristo”, de 2002, e da comédia romântica “Olha de anjo”, com Jennifer Lopez, em 2001.

J. J. Abrams, autor de séries como “Lost” e “Alias”, escalou o ator para seu novo projeto, “Person of interest”. O drama já foi comprado pela CBS e conta com ninguém menos que Michael Emerson e Taraji P. Henson no elenco.

Fonte: O Globo

terça-feira, 3 de maio de 2011

Sobre um Lucas que não estava no formigueiro


Desde os primeiros cânones das Sagradas Escrituras, o terceiro evangelho do Novo Testamento é reconhecido como de autoria de Lucas, o médico de homens e de almas, como ficou conhecido. Irineu, um dos pais da Igreja, já citava o Evangelho Segundo Lucas em suas obras, por volta do ano 180 d.C.

Lucas, grande amigo e companheiro de ministério do apóstolo Paulo, é o único autor gentio do Novo Testamento. Embora não tenha sido testemunha ocular da vida de Jesus Cristo, andou com Deus, cheio do Espírito Santo, O qual o inspirou a escrever este Evangelho e o livro de Atos e a servir como missionário até sua morte.

Lucas nos informa que seu trabalho foi beneficiado pela obra de outros, que ele consultou várias testemunhas oculares, e que selecionou e dispôs as informações com extremo cuidado, sob a direção do Espírito Santo, a fim de instruir Teófilo quanto à fidedignidade da fé em Jesus Cristo:

Visto que muitos houve que empreenderam uma narração coordenada dos fatos que entre nós se realizaram, conforme nos transmitiram os que desde o princípio foram deles testemunhas oculares e ministros da palavra, igualmente a mim me pareceu bem, depois de acurada investigação de tudo desde sua origem, dar-te por escrito, excelentíssimo Teófilo, uma exposição em ordem, para que tenhas plena certeza das verdades em que foste instruído. Lucas 1.1-4

O Evangelho de Lucas é especificamente endereçado a Teófilo, cujo nome significa "aquele que ama a Deus". Entretanto, o Espírito Santo ampliou em muito o alcance dessa obra, destinando-a a todos aqueles que amam a Deus e desejam saber a verdade sobre Jesus Cristo, nosso Salvador.

O evangelista trata Teófilo por "excelentíssimo" o que reforça a idéia de que esse livro tinha como principal objetivo um leitor em especial: um alto oficial do Império Romano que, segundo historiadores, desejoso de conhecer a verdade, patrocinou Lucas nesse projeto e investigação acurada de todos os fatos concernentes à vida e obra de Jesus Cristo, cujo ensino já invadia Roma, convertendo multidões.

Naquela época, surgiam vários relatórios falsos sobre Jesus e tanto Teófilo quanto o próprio Lucas tinham grande interesse em produzir um documento histórico claro e verdadeiro sobre a pessoa e a obra de Jesus Cristo. Nota-se também que o autor revela interesse especial por detalhes nos quadros que descreve.

Considerando que os últimos capítulos do livro de Atos mostram Paulo em Roma, e que Lucas foi publicado antes de Atos, pode-se concluir que este Evangelho foi escrito entre os anos 59 e 64 d.C., em Cesaréia, durante os dois anos em que Paulo esteve preso ali por pregar a Palavra de Deus.

Lucas tinha completo domínio da língua grega da época. Seu vocabulário é amplo e rico, e seu estilo é sensível à cultura e geografia de cada lugar sobre o qual narra fatos passados.

Somente Lucas registra a anunciação a Zacarias e Maria, os cânticos de Isabel e Maria, o nascimento e a infância de João Batista, o nascimento de Jesus, a visita dos pastores, a circuncisão de Jesus e Sua apresentação no Templo, detalhes da infância de Jesus e até alguns dos pensamentos íntimos de Maria, mãe de Jesus. Também neles encontramos os relatos de Zaqueu (Lc 19.1-10); do ladrão que se arrepende (Lc 23.39-43), do ex-leproso agradecido (Lc 17.11-19), e as parábolas do filho pródigo (Lc 15.11-32), do publicano arrependido (Lc 18.9-14) e do bom samaritano (Lc 10.29-37). Lucas ainda dá especial atenção à disciplina espiritual da oração: falar com Deus (Lc 3.21).

Por Diego Cesar

Hoje me alegrarei - Paulo César Baruk

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Mãos para o alto, ou você será assaltado... pela masturbação!


O Senhor nos criou com muitos impulsos e desejos, que podemos desenvolver ou usar de maneira errada. Como um deles, o impulso sexual ativa ou destrói os relacionamentos, de acordo com seu controle e aplicação. Trata-se de uma parte normal, dada por Deus, de qualquer homem ou mulher saudável. Envergonhar-se disto é duvidar da bondade de Deus para conosco. Abusar dele é contrariar a graça que Ele tenciona para nós.

Relacionado diretamente com este ponto da fisiologia humana encontra-se a masturbação. Seria ela um pecado?

A maioria das pessoas creem que a masturbação não apresenta nenhum problema. Certamente, não acham que é pecado e que só constitui um problema quando é uma obsessão e um substituto psicológico total para as relações sexuais normais. Não deixa de ser uma verdade.

O pecado não jaz na masturbação em si, mas sim em tudo aquilo que motiva sua prática. Aparentemente, ela seria o ato de "aliviar" a tensão sexual do organismo, ou até mesmo um "escape" para os cristãos não praticarem atos sexuais fora do casamento.

Porém, ao levarmos adiante esta conduta, ficaremos cativos a sentimentos que apenas nos afastam do centro da vontade de Deus. Por mais que uma pessoa masturbe-se com a "melhor das intenções", certamente ela o fará com alguém em mente, seja homem ou mulher. Em Seu discurso, Jesus nos adverte quanto ao fato de tão-somente desejar uma pessoa que não é seu cônjuge configura-se como ato impuro.

Ouvistes o que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela. Mateus 5.27-28

Obviamente o teor da mensagem estende-se também às mulheres que desejam um homem com intenção impura. Quando uma pessoa pratica masturbação, o que se passa em sua cabeça? Nuvens vagando pelo céu? Pode alguém se masturbar sem imaginar um ato sexual ou ao menos cenas sensuais? Se você pratica a masturbação, pode sua mente permanecer pura?

O que deve ser ressaltado aqui é que Deus não aprova que Seus filhos pratiquem ações que redundem na lascívia, isto é, que sobreponham o desejo sexual acima de todos os outros no coração.

Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo. Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo. 1 Coríntios 6.18-20

Paulo também diz, um pouco antes na mesma carta:

Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas. 1 Coríntios 6.12

Você é escravo da masturbação? Embora não possamos assentar todos os argumentos que dizem que sua prática é pecado, não podemos negar que é resultado da lascívia e da paixão promovidas pela carne.

Nossos pensamentos devem ser cativos à obediência em Cristo. Logo, tudo aquilo que afeta nossa santidade precisa ser devidamente contido para que nosso relacionamento com o Senhor não seja maculado.

Quando o desejo forte vier, busque refúgio em Deus e em Sua Palavra. Isto faz toda diferença e garante que você e eu continuemos vivendo com dignidade diante de nosso Senhor.

Por Diego Cesar

Deus da minha vida - Thalles Roberto